Vitória quer jogar na Fonte Nova e exige o mesmo tratamento dado ao Bahia

Vitória pode mandar todos seus jogos na Fonte Nova em 2019

Até pouco tempo atrás, falar no Esporte Clube Vitória atuando na Arena Fonte Nova era uma espécie de crime: temos  estádio, não precisamos ser inquilino de ninguém, era o barraquistão,  santuário, e outros adjetivos tipificavam o orgulho do torcedor do Leão e de alguns dos seus dirigentes com seu estádio que no último Campeonato Brasileiro, só superou em público, os também rebaixados América-MG e Paraná, atrás da Arena Condá, estádio da Chapecoense, clube do interior de Santa Catarina na cidade de Chapecó com apenas 216 mil habitantes.

O tempo, apenas não passa, ele também voa e hoje de acordo conteúdo da entrevista de Francisco Salles, vice-presidente rubro-negro, concedida ao jornalista Vitor Villar do Jornal Correio da Bahia, o Leão tomou a decisão e já iniciou o processo de negociação com o consórcio que administra a Arena Fonte Nova para mandar seus jogos em 2019 no equipamento do Governo Estadual, hoje mando de campo exclusivo do Bahia, sendo que a única dúvida resiste apenas se mandará alguns ou todos os jogos no próximo ano.

Curiosamente, o dirigente alega para tal decisão: a necessidade de apoio da torcida e recursos financeiros, algo que inicialmente só poderia se possível mandando os jogos do Barradão, isto no discurso anterior.

Não se pode afirmar, mas é razoável acreditar que os avanços e intervenções na Fonte Nova através de contrato implementada recentemente por iniciativa do Bahia com faixas com o nome do clube nos anéis do estádio, um painel em alusão ao clube na abertura para o Dique do Tororó e na arquibancada, além de vestiários identificados com o tricolor e loja no equipamento pesaram na mudança repentina do Leão.

Veja abaixo



“Tenho certeza que para a arena e para o Governo do Estado será muito importante a presença do Vitória. Tenho total confiança que eles vão dar todo o apoio para que a gente jogue lá. Além disso, nos termos isonômicos em relação a outras equipes que lá jogam”,

“Obviamente, se formos para lá, vamos querer, sim, ter um espaço físico para receber nossos sócios, para vender nossos produtos oficiais. Obviamente, vamos exigir também uma padronização para que o nosso clube se sinta em casa. Até porque, ali é um equipamento público. No contrato da PPP (parceria público-privada) existe toda uma exigência para facilitar a utilização daquele espaço por todos os clubes baianos”, disse.

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