Zagueiro do Vitória lamenta saída de Carpegiani e fala sobre o BA-VI

"Foi um treinador que me deu oportunidade"

Foto: Maurícia da Matta / EC Vitória

Sem vencer há três jogos no Campeonato Brasileiro, dentro do Z-4 e amargando um jejum de 9 partidas sem derrotas o Bahia (com 3 empates e 6 derrotas), o Esporte Clube Vitória tem o clássico BA-VI do próximo domingo como um divisor de águas. Vencendo o rival, o Leão pula fora do Z-4 e ganha uma extra motivação para a sequência e reta final da competição. No entanto, uma derrota, aumenta a crise já instalada no Barradão.

Para o jogo, o técnico João Burse terá o retorno do zagueiro Lucas Ribeiro que cumpriu suspensão e está livre para atuar no próximo domingo. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, o defensor lamentou a saída do treinador Paulo Cézar Carpegiani, mas afirmou que a vida segue com foco em triunfar no BA-VI.

“Infelizmente, o professor Carpegiani saiu, mas a situação em que a gente se encontra na tabela pede que estejamos com o ânimo lá em cima. Foi um treinador que me deu oportunidade, sou grato. Mas é vida que segue. Quem sabe lá na frente possa encontrar com ele e trabalhar com ele novamente. Não é porque ele saiu que vamos ficar abatidos. Vida que segue, porque vida de treinador é isso. Temos clássico domingo e precisamos ganhar para sair dessa situação”, afirmou o zagueiro.

Lucas Ribeiro também falou sobre a expectativa de disputar o primeiro BA-VI da carreira e descartou a ansiedade, tratando como um jogo normal.

É um jogo muito bom, clássico. Mas [jogo] sem ansiedade, tranquilo, como se fosse um jogo normal. Nosso time está focado. A questão é de resultado, a bola não tem entrado. Temos dado o nosso melhor a cada dia. Mas, infelizmente, a situação da gente não está se encaixando. Mas estamos focados, com o foco de sempre”, disse.



Ele também falou sobre o ambiente interno no Vitória após a saída de Carpegiani.

“Continua o mesmo ânimo. Alguns jogadores, infelizmente, não conseguiram dar sequência com professor Carpegiani. Professor Burse chegou. A questão é que ele pode escalar o mesmo time ou mudar. Mas, quando o professor Carpegiani estava, era o mesmo ânimo e dando o melhor dentro de campo. Vai ser a mesma coisa com o professor Burse”, disse.

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