Inofensivo, Bahia perde para o Flamengo e segue ZERADO fora de Salvador

Talvez nem o mais otimista do torcedor tricolor acreditava ou esperava um triunfo do Bahia sobre o Flamengo no Rio de Janeiro, um empate dava até para sonhar, não seria algo surpreendente, ainda assim sem ilusão, afinal, o Bahia fora do seu cercado é um time simplesmente INOFENSIVO, não incomoda ninguém, parece que já entra em campo sabendo que vai perder e por isso nem se esforça para tentar vencer. Hoje até lutou, porém, depois da merda feita. O time de Guto Ferreira é aquele tipo de visita sempre bem vinda que todos querem receber na sua casa. E não foi diferente nesta quinta-feira.

Assim como nas partidas contra Internacional (2×0), Sport-PE (2xo) e Palmeiras (3×0), o Bahia não conseguiu balançar a rede e foi derrotado pelo Flamengo, por 2 a 0, no estádio do Maracaná, no Rio de Janeiro, com gols de Diego e Lucas Paquetá. Com isso, o Esquadrão segue ZERADO como visitante e posicionado na portaria da zona perigosa (16º com 8 pontos), podendo novamente adentrar ao recinto caso tenha um vencedor no duelo de logo mais entre Atlético-PR e Santos, ou seja, só um empate nesse confronto mantém o tricolor fora do alçapão. Já o Rubro-Negro reassume a liderança com 17 pontos.

Agora o Esquadrão volta ao seu território, onde ainda está invicto na competição, aliás, todos os pontos que somou foram na Arena Fonte Nova, palco da partida do próximo domingo contra o Grêmio, às 16h, pela 9ª rodada.

JOGO:



Jogando praticamente num 4-6-0, sem um homem de referência no ataque, o Bahia não levou perigo a defesa do adversária em nenhum momento no primeiro tempo. Em campo, um time desorganizado, sem padrão de jogo e totalmente fora de sintonia. Por outro lado, o Flamengo precisou apenas jogar o feijão com arroz para liquidar a partida na etapa inicial. Abriu o placar com Diego, aos 41, em lance esquisito onde Anderson ficou parado olhando a bola passar, e aumentou aos 45 com Lucas Paquetá dando uma cavadinha por cima do arqueiro.

No segundo tempo, o Bahia jogou como deveria jogar no primeiro, com atitude e agressividade, ao invés de só se defender. Aliás, se tivesse feito isso, o jogo seria outro. Sem nada a perder, o Esquadrão foi atrás do prejuízo e se aventurou mais ao ataque, rondou a área adversária e tentou buscar um golzinho que seria um alento para a reação, porém, quando conseguiu criar parou no paredão chamado Diego Alves. O melhor momento aconteceu aos 35 minutos com duas defesas sensacionais do goleiro em chutes sequenciais de Zé Rafael e Élber.

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