Bahia recebe “migalhas” com vendas de camisa

Segundo Bellintani, há cada R$ 249 reais pagos em uma camisa oficial, o Bahia recebe apenas R$ 11.

O candidato à presidência do Bahia e possivelmente futuro presidente do clube, Guilherme Bellintani voltou a tratar de um assunto importante e ao mesmo tempo polêmico: Em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira, ele disse que é preciso renegociar os contratos e ajustar os preços das camisas oficiais do clube, colocando como ideal quatro preços de camisas oficiais, com o menor valor de R$ 49,90 e maior de R$ 199,90.

“É uma camisa cara, é excludente. Não é possível que isso seja um tesouro na vida do torcedor comprar uma camisa do Bahia. Aí ele vai e compra a pirata. E depois punem o pirata. Não é possível isso. A gente não vai assumir o Bahia para manter um erro. O torcedor gastar R$ 249 reais para camisa e só R$ 11 irem para o Bahia? A gente está aqui para romper modelos

Ainda de acordo com Bellintani, o Bahia precisa se impor como marca e valorizar-se, captando novas formas de gerar renda para o clube.

“É possível prever que o Bahia fature R$ 24 milhões, por exemplo, com a sua venda de camisas, por ano e venha menos de 1 milhão de royalties por ano? O Bahia precisa se impor como marca. Assim como é importante para a Umbro, é importante para o Bahia. Não dá para a gente achar que o assunto está incomodando não deve ser discutido. Não vamos romper o contrato, não é isso. Mas ninguém compra jogador, ninguém paga salário com glamour”, decretou.

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