Confira o TOP-10 dos clubes brasileiros que mais devem à União

Corinthians aparece no topo com R$ 737,7 milhões de débitos

Nesta quinta-feira (20), foi divulgado pelo “Valor Econômico” um levantamento com os clubes que mais devem à União, levando em conta débitos em situações irregular (em processo de cobrança efetiva) e regular (garantidos, parcelados ou suspensos por decisão judicial). De acordo com o estudo, o Corinthians aparece no topo com R$ 737,7 milhões de débitos – sem incluir o financiamento para a construção da arena. Atlético-MG, Vasco, Botafogo, Flamengo, Confederação Brasileira de Vela e Motor, Fluminense, Guarani, Internacional e Palmeiras completam a lista dos dez primeiros.

 

As informações são da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e foram obtidas pela publicação por meio da Lei de Acesso à Informação. Segundo o “Valor Econômico”, o Corinthians não reconhece boa parte dos valores por considerar ser isento de tributos federais. Apenas uma cobrança de 2019 soma R$ 597 milhões. O advogado do clube, Juliano Di Pietro, disse ao Valor Econômico que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) já extinguiu cobranças similares de outros clubes, como Imposto de Renda Pessoa Jurídica, Cofins, PIS e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

Confira o TOP-10:

Corinthians: R$ 737,7 milhões
Atlético-MG: R$ 356,5 milhões
Vasco da Gama: R$ 256,5 milhões
Botafogo: R$ 251,6 milhões
Flamengo: R$ 224,2 milhões
Confederação Brasileira de Vela e Motor: R$ 219,8 milhões
Fluminense: R$ 173,8 milhões
Guarani: R$ 141,5 milhões
Internacional: R$ 130,1 milhões
Palmeiras: R$ 88,3 milhões

O Corinthians divulgou uma nota oficial sobre o assunto.

“O Sport Club Corinthians Paulista em atenção à reportagem publicada hoje (20/2) à pg. B9 no Jornal Valor Econômico, “Clubes devem R$ 5,3 bi à União”, esclarece que o Tribunal Regional Federal da Terceira Região suspendeu a exigibilidade da suposta dívida no valor de R$597 milhões, por meio de uma decisão que determina que o CARF julgue o recurso sobre a isenção da agremiação em relação a IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, nos termos da firme jurisprudência daquela Corte Administrativa em favor dos clubes. Se levada em conta a decisão supracitada, o Corinthians ocuparia a 9ª posição no ranking elaborado pela reportagem que não obteria a mesma repercussão. Vale salientar que a mesma reportagem cita brevemente que a situação atual do clube é “regular”.”

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