Aliviado, Roger comemora volta da confiança e explica troca de goleiros

Treinador falou sobre a mudança de Douglas por Anderson

Foto: Reprodução

O duelo desta quarta-feira, entre Bahia e Nacional-PAR, era importantíssima diante dos resultados negativos contra River-PI e Vitória, especialmente para o técnico Roger Machado, que vinha sendo pressionado pela torcida. Com o triunfo por 3 a 0 na Arena Fonte Nova, que encaminha a classificação para segunda fase da Copa Sul-Americana, o treinador citou o alivio do peso e a volta da confiança para o time atuar nos próximos jogos. Ele também falou sobre a forma que atuou o atacante Élber, com a entrada de Rossi no lugar de Daniel.

 

“Criamos o mesmo número de oportunidades [do Ba-Vi], mas dessa vez efetivamos no gol. Quando se vence, a avaliação em cima do resultado é mais agradável. Alterei a formação que a gente já havia treinado porque a gente pensava em usar contra determinado adversário. Se a gente não tivesse vencido, seria porque não tínhamos nenhum meia. Demos um passo importante embora não tenha nada decidido. Essa liberdade dada ao Élber já vinha sendo feita, mas do lado para dentro. A ideia foi ter as parcerias nos lados do campo. Alivia o peso, devolve a espontaneidade dos atletas e confiança para jogar”, afirmou.

Como esperado, o técnico foi questionado sobre a troca de Douglas por Anderson. Segundo Roger, a decisão foi conjunta e a decisão de tirar o camisa 1 foi para preservá-lo. “Essa decisão não é tomada somente pelo treinador. Principalmente com os auxiliares e o preparador de goleiros. O goleiro é a última barreira do time e quando ele entra em má fase, aparece muito mais. Em alguns momentos, a gente precisa preservar o atleta para que ele possa recuperar sua confiança. O que foi passado é que tinha que dar oportunidade. Quando cheguei, ele estava jogando em função da lesão do Douglas. Fomos campeões com ele defendendo pênalti. Soube trabalhar esperando e estava treinando bem. Era justo que olhasse e desse oportunidade para ele atuar hoje”, explicou.

No jogo de volta contra o Nacional, o Tricolor pode se dá ao luxo de perder até por dois gols de diferença. Além disso, se marcar um gol, só perde a vaga se tomar CINCO gols. A partida será disputada no dia 26 de fevereiro, uma quarta-feira, às 19h15, no Estadio Luis Alfonso Giagni. Antes disso, o Esporte Clube Bahia tem dois jogos fora de casa pela Copa do Nordeste. No sábado (15), enfrenta o Ceará, às 16h, na Arena Castelão. Já no dia 19, uma quarta-feira, visita o CSA, às 19h30, no Estádio Rei Pelé.

Melhores momentos de Bahia 3 x 0 Nacional-PAR pela Sul-Americana

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