A má vontade dos jornalistas do Sul e Sudeste com Bahia e Vitória

O bordão sempre utilizado pelos Cronistas do Sul e Sudeste, quando os times do Nordeste jogam nas suas cidades muitas vezes não refletem ao que acontecem na partida “Ele joga por uma bola”, é irritante, mas o sentido conativo é para humilhar, fato que tirou do sério o técnico Vagner Mancini no ano passado, nascido naquelas bandas, vociferou pedindo respeito dos cronistas com times de outras regiões do país, quando o repórter paulista ao questioná-lo sobre a vitória do time baiano em cima do todo poderoso Corinthians, disse: “Seu time deu apenas um chute ao gol e vocês venceram a partida”.

Mancini irritado retrucou: “Você estava no estádio?”; “Você assistiu o jogo?”; “Você vai me desculpar, ou você é corintiano ou não assistiu o jogo”, e se retirou da entrevista. Na verdade vemos em quase todas as transmissões deles, torcedores apaixonados travestidos de repórteres que nem de longe tentam passar imparcialidade, mas, o Ceará também lavou a alma dos nordestinos ao vencer o Flamengo em pleno Maracanã, no entanto, narrador e comentarista diziam a todo momento que o time cearense jogava por uma bola, mas em contra-ataques tinha perdidos outros gols.

O mais irritante disso são os nossos conterrâneos cronistas quando fazem parceria em transmissões com colegas do Sul e Sudeste, querem ser mais realista que o rei. Contra o Internacional, por exemplo, Zé Rafael sofreu falta na entrada da área, levantou, entrou na área e foi novamente derrubado. Questionado por Mastroianni se teria sido alguma coisa, Jorge Allan imediatamente falou: “Nada, lance normal”, e sequer houve repetição, porque o todo poderoso árbitro de plantão, aquele mesmo que errava sempre em favor dos times do Sul e Sudeste tinha dito lance normal, sem haver, repito, repetição do lance.



No dia seguinte, no programa local da Band Bahia, foi repetido o lance e todos três jornalistas da bancada foram unânimes: “pênalti claro”. Contra o Ceará, o Flamengo fez um gol em claro impedimento, mesmo assim exaustivamente o lance foi repetido para tentar deixar no ar algum prejuízo para o clube carioca.

O Presidente do Bahia votou pelo recurso do VAR no Campeonato Brasileiro e foi voto vencido, mas, este lance, por exemplo, passaria despercebido porque não houve nenhum questionamento, e o árbitro da partida estava bem perto do lance, ou seja, quando eles querem prejudicar deliberadamente um clube em favor do outro, nem VAR resolverá, só aqueles lances muito claros que o árbitro dá uma de João sem braço, é que pode mudar.

Jorge Machado, torcedor do Bahia, amigo e colaborador do Futebol Bahiano.

 

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