“Quebrado o Vitória não está, de jeito nenhum”, dispara Ricardo David

Foto: Maurícia da Matta / EC Vitória

O assunto mais comentado hoje (30) na imprensa baiana foi o balanço contábil apresentado pelo Esporte Clube Vitória que acabou sendo divulgado pela mídia. No balanço com encerramento em 31 de dezembro de 2017, o clube teve um déficit de R$ 59 milhões e desse valor, 52 milhões vieram da apropriação dos passivos ocultos.

O mais significativo deles diz respeito ao reconhecimento de uma dívida histórica do Vitória com a Prefeitura de Salvador em relação ao IPTU, no valor de R$ 19.098.307. Ou seja, se não fosse esses passivos ocultos, podemos dizer que haveria um déficit de R$ 7 milhões.

O Balanço, divulgado pelo Jornal Correio da Bahia, mostra que o Leão gastou mais de R$ 46 milhões apenas com a folha salarial do futebol profissional. Para termos uma ideia do aumento absurdo, em 2016 (ano em que foi campeão baiano e 16º lugar na Série A) desembolsou R$ 22 milhões com folha.



Lembrando que esses números são referentes as gestões de Ivã de Almeida e, posteriormente, de Agenor Gordilho. Apesar dos números preocupantes, o presidente do Esporte Clube Vitória – em entrevista nesta segunda-feira (30) à Rádio Metrópole – minimizou e garantiu que o clube não está quebrado. Além disso, jogou a “conta” nas costas dos ex-gestores, sem citar nomes.

“Quebrado [o Vitória não está], de jeito nenhum. Nós continuamos como estávamos. Esses números já estavam lá. Só é uma constatação [o déficit]” e complementou sobre sobre a dívida tributária de R$ 19 milhões com a prefeitura de Salvador: “Nós estamos honrando e pagando mês a mês”, disparou.

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