Roger pede os pés no chão, mas avisa: ‘Nós temos o direito de sonhar alto’

"É importante se manter no bolo da frente", disse Roger Machado

Foto: Reprodução

O Esporte Clube Bahia conquistou neste sábado seu primeiro triunfo atuando como visitante no Campeonato Brasileiro ao bater o Atlético Mineiro por 1 a 0, com gol do atacante Gilberto e grande atuação do goleiro Douglas, no Estádio Independência, em Belo Horizonte. Enfrentando seu ex-clube, o técnico Roger Machado comemorou bastante os 3 pontos somados fora de casa, principalmente diante de uma adversário que não perdia no seu estádio há 20 jogos. Em entrevista coletiva pós-jogo, o treinador tricolor destacou que o Esquadrão se aproxima do G-6 e que tem o direito de sonhar alto, porém, pede os pés no chão e pensamento jogo a jogo, ponto a ponto.

 

“Acho que a gente tem que ter os pés no chão. Tudo é possível, e nós temos o direito de sonhar alto. Mas temos que ir jogo a jogo, ponto a ponto, sabendo que fazer jogos bons nos deixa mais perto de vencer, seja dentro de casa ou fora. Nós sabíamos uma vitória nos colocaria numa situação muito boa na rodada. O campeonato está se encaminhando para a metade. É importante se manter no bolo da frente. Foi um grande jogo. Nós não tínhamos vencido fora ainda. Uma partida consistente novamente, mais uma partida em que nós zeramos o placar. Conseguimos um triunfo que nos dá condição de, neste momento, ser oitavo, muito próximos do G-6, e fazendo uma campanha consistente. Estamos de parabéns. É descansar, voltar para casa e focar no próximo compromisso, no próximo fim de semana”, disse.

Roger também comentou sobre o duelo contra Rodrigo Santana: “Naturalmente, pela engrenagem, do modelo que o Rodrigo [Santana, técnico do Atlético-MG] joga. Eu já atuei contra o Rodrigo quando ele era treinador do URT, meu amigo pessoal. Primeiro, não se iludir com o fato de ele vir com o time daqueles que vêm jogando menos, porque em algum momento a maioria deles foi titular do time do Rodrigo. Segundo, saber que essas engrenagens não iam funcionar com aqueles que vinham jogando. Era explorar uma desatenção, um descuido, um mal posicionamento. Sabíamos que tínhamos que ter atenção com Geuvânio e Otero, que finalizam bem e têm uma bola parada muito forte. Sofremos pressão, mas, de modo geral, controlamos o jogo”, complementou.

Ele também falou sobre o reencontro com o Atlético-MG, clube pelo qual teve uma passagem. “Para mim, é uma situação corriqueira em função da nossa profissão. Foi assim jogar contra todos os outros clubes que a gente trabalha. A minha alegria foi vir aqui. Além de vencer nosso jogo, reencontrar as pessoas com quem trabalhei aqui, ser bem recebido. Isso só valoriza o período que a gente passou por aqui.”

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