Roger não confirma titularidade de Guerra e fala sobre briga pelo G-6

“Sempre digo que temos o direito de sonhar", disse o treinador

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Alvo da entrevista coletiva antes do treino desta quinta-feira (29), o técnico Roger Machado falou sobre a partida contra o CSA, que acontece no próximo sábado, às 17h, na Arena Fonte Nova, valendo pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. O treinador não espera vida fácil contra o time alagoano pelo fato de se encontrar dentro da zona de rebaixamento e alerta o Esquadrão para não cair na armadilha. Roger fez mistério quanto a escalação do Bahia para enfrentar o CSA e não confirmou a presença do meia Alejandro Guerra que disputa posição com o volante Ronaldo.

 

“Podemos ter estratégias diferentes para jogos diferentes, mas não concordo de não ter dificuldades contra times momentaneamente em má fase ou na parte inferior a gente. A gente tem que analisar o contexto. Contra Cruzeiro e Goiás, tivemos expulsos. Isso nos atrapalhou e atrapalha qualquer time. Contra a Chape, empatamos fora, que é sempre um bom resultado. O que não pode é cair nessa armadilha ou se envolver demais com as motivações externas ou ambiente do jogo, relacionado à torcida, à imprensa. Essa coisa de que esses jogos têm grau de “facilidade maior”, que a gente tem que vencer por placar elástico. Essas semanas são trabalhadas para que a gente conscientize o nosso jogador de que são jogos mais difíceis que outros times, pela recuperação desses times”, disse.

Com 24 pontos, o Tricolor ocupa hoje a 8ª posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro há três pontos do G-6. Roger falou sobre o sonho de classificar a equipe para a Libertadores, mas pediu pés no chão para continuar trabalhando jogo a jogo.

“Sempre digo que temos o direito de sonhar. Não só sonhar, como a realidade neste momento nos dá indicativo de que temos capacidade de estar nesse bloco que vai disputar essas vagas para a maior competição continental que temos. Porém, a gente tem que ter pés no chão. Porque a expectativa pode gerar frustração. A gente não deseja isso. Nosso momento é bom, queremos manter. Se a gente voltar aos dois, três anos anteriores, a gente tem acompanhamento, nessa mesma rodada do Brasileiro, em 2018 ou 2017, nós estamos aproximadamente com 20% de pontos a mais. Isso nos indica que evoluímos, mas gradativo. O que a gente não deseja é, em algum momento, ter uma boa classificação, melhor que no ano passado, e em função da expectativa, no consenso, digam que não foi um bom campeonato, porque não classificou, pela expectativa da Libertadores. Mas nós sonhamos. Trabalhamos duro e forte diariamente, com convicção de que é possível. Torcedor acredita, e isso é importante para a gente”, comentou.

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