Roger Machado é apresentado como novo técnico do Fluminense

Roger Machado esteve sem clube desde setembro de 2020

Foto: Divulgação / Fluminense

Após cinco meses desempregado, desde setembro do ano passado quando foi demitido pelo Esporte Clube Bahia, o técnico Roger Machado está de volta ao futebol. Na manhã deste sábado, ele foi anunciado como novo treinador do Fluminense, clube onde jogou entre 2006 e 2008 e foi o herói do título da Copa do Brasil de 2007. Roger assinou até o fim de 2022 e chega com uma comissão própria, formada pelos auxiliares Roberto Ribas e James Freitas, além do analista de desempenho Jussan Anjolin Lara. O novo técnico falou pela primeira vez com a imprensa e não escondeu a emoção.

 

– Confesso que esse momento ele para mim foi esperado por muito tempo. Poder estar sendo anunciado como treinador do clube depois de 13 anos como atleta profissional aqui, e tendo tido parte da minha vida aqui na instituição. Sei o desafio que tenho em mãos, o tamanho da responsabilidade, mas tenho certeza, dando continuidade ao trabalho feito até o momento, temos possibilidade de seguir construindo a história do clube com conquistas. É uma honra muito grande, muito obrigado.

Roger Machado ficou mais de um ano no comando técnico do Esporte Clube Bahia. Assumiu a equipe em abril de 2019 e foi demitido em setembro de 2020 após derrota por 5 a 3 para o Flamengo, em Pituaçu, pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A. Foram 74 jogos, com 30 triunfos, 22 empates e 22 derrotas – aproveitamento de 50%. Roger também havia sido procurado pelo Athletico-PR nos últimos meses, mas optou pela proposta do Fluminense. Ele falou sobre o projeto do clube.

– Evidentemente o fator decisivo dessa combinação que me trouxe até aqui foi entender o planejamento, o projeto que o Paulo (Angioni) e o Mário (Bittencourt) me mostraram, e passei a entender o que gostaria de fazer para esse momento, de poder ajudar construir, reformular o clube. Disputar competições importantes, trabalhar com o que eu entendo, que é essa combinação importante de revelações, que Xerém nos dá, e a experiência de jogadores mais vividos. Mas não posso deixar de dizer que emocionalmente teve uma decisão muito forte de poder voltar para casa, para esse ambiente que 13 anos atrás convivi com muita intensidade. De me relacionar com pessoas que muitas delas ainda estão por aqui, construindo a história do clube, e pude participar durante três anos (2006, 2007 e 2008), em uma das fases mais importantes que vivi.

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