Carleto liga sinal de alerta com Vitória próximo do Z4 e rebate críticas

"Não vou dizer preocupado, mas atento em todas as circunstâncias"

Foto: Letícia Martins/ECVitória

O Esporte Clube Vitória não vence há 4 jogos, somando um empate fora de casa com o Operário e três derrotas em pleno Barradão (CSA, América-MG e Avaí). Com os tropeços, o Leão se afastou do G-4 e viu a distância aumentar para oito pontos, além disso, desceu a ladeira na tabela de classificação, ocupando o 12º lugar, com 18 pontos, quatro pontos acima do Figueirense, equipe que abre a zona de rebaixamento. Em entrevista nesta terça-feira, o lateral-esquerdo Thiago Carleto afirmou que é preciso estar atendo com a proximidade do Z-4 e ligar o sinal de alerta, porém, descarta se desesperar e projeta retomar o caminho das vitórias no sábado, contra a Chapecoense, na Arena Condá.

 

“Não vou dizer preocupado, mas atento em todas as circunstâncias que estamos no campeonato. Acho que a gente não pode se desesperar, mas sim ligar o sinal de alerta. Com o time que nós temos, da forma que vem jogando, a gente não pode admitir estar nessa situação na tabela. Tem time fazendo muito menos e está lá em cima. O futebol é resultado. A gente tem que estar sim com sinal de alerta ligado, sinal de atenção. Tem sim que ligar o sinal de alerta porque com a grandeza do Vitória e o time que temos, não podemos estar na colocação que estamos”, disse.

Carleto é o vice-artilheiro e líder em assistências do Vitória na temporada, porém, vem recebendo críticas por parte do torcedor. O lateral, porém, rebateu e espera dar a resposta dentro de campo. Além disso, afirmou que prefere ser cobrado do que os meninos.

“Quando o resultado não vem, as coisas começam a aparecer. Eu não vou me atentar a estar pesado porque quem convive aqui sabe que sou um dos caras que treina mais, foco meu trabalho, procuro treinar mais, me cuido. Falar aqui das dores que sinto, no joelho, nas costas, para um crítico, isso não vai adiantar. Quando o resultado começar a vir, essa é a resposta. Não absorvo isso como uma raiva, e sim como um incentivo para mim. Se alguma pessoa quiser, tem o fisiologista, tem o médico e procurar saber minhas reais condições. Se não tivesse condição de jogar, não seria um dos jogadores que mais atuou no Vitória. Prefiro que me cobre a cobrar um menino. Apesar de saber que os meninos têm responsabilidade. Prefiro que deixem eles mais tranquilos”, completa.

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