Fortaleza quer atacante do Atlético-MG, mas queda nas receitas dificulta negócio

Edinho está fora dos planos do Atlético Mineiro para a temporada

Foto: Divulgação/Atlético-MG

O Fortaleza retomou as atividades diárias na última quarta-feira (03) visando o retorno do futebol, ainda sem data prevista. Na reapresentação, o diretor de futebol do clube cearense, Daniel de Paula Pessoa, falou à imprensa em áudio divulgado pela assessoria e um dos assuntos foi o interesse no atacante Edinho, que já passou pelo Leão do Pici e atualmente está encostado no Atlético-MG. O dirigente admitiu que existe a possibilidade do jogador reforçar o Fortaleza esse ano, no entanto, frisou que as dificuldades financeiras agravadas pela crise do coronavírus atrapalham o negócio.

 

“É um jogador que tá sempre na nossa mira, no nosso radar. Mas como eu disse anteriormente: a gente tá aguardando as contas se organizarem, o nosso planejamento financeiro se equacionar, pra que a gente possa, efetivamente, ir ao mercado pra trazer alguma contratação […] Nós tivemos uma baixa financeira muito grande. As perdas ainda estão sendo calculadas, até porque você perder sócio, perder cota (de TV), perder com patrocínio, perder com renda de jogos e isso claro que atrapalha um planejamento e tem um efeito dentro do próprio orçamento do clube”, disse.

Revelado no próprio Fortaleza, Edinho, de 25 anos, passou por Avaí, Paysandu, Ituano, Guarani, Mogi Mirim, CSA, até retornar ao Fortaleza. Foi contratado pelo Atlético-MG em 2018, mas atuou apenas seis jogos e foi emprestado ao Leão do Pici na temporada 2019, tendo uma temporada de grande destaque, com 51 jogos e 8 gols marcados, retornando ao Galo em 2020 para ser aproveitado. Fez cinco jogos antes da paralisação e não está nos planos de Sampaoli.

O diretor de futebol tricolor lembrou alguns pontos de todas as medidas de saúde tomadas pelo Fortaleza na volta às atividades para evitar o contágio pelo vírus, com otimismo de que, com o tempo, as tarefas vão se tornar mais comuns: “Utilização do álcool, distanciamento, cada um com seu kit individual. Estamos nos reinventando, nos adequando e na medida que vão passando os dias, a gente vai ficando cada vez mais especializado e o trabalho ser no automático”.

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