Jacuipense e Bahia de Feira decidem manter elenco mesmo com paralisação

Bahia de Feira vai segurar contrato dos atletas até o final de abril

Com a paralisação do Campeonato Baiano em razão da pandemia do coronavírus, vários clubes tomaram medidas drásticas para diminuir os custos. Fluminense de Feira, Doce Mel, Juazeirense e Jacobina anunciaram a dispensa de todo seu plantel. O Esporte Clube Vitória desmontou a equipe de aspirantes, porém, até o momento não rescindiu o contrato de ninguém. Alguns jogadores serão incorporados ao elenco sub-20, enquanto outros sem idade júnior serão emprestados ou dispensados. O Vitória da Conquista, por sua vez, já demitiu 90% de seus jogadores, segurando apenas ‘quatro ou cinco’, segundo informação do presidente Ederlane Amorim. O Atlético de Alagoinhas dispensou mais da metade do seu elenco e suspendeu os contratos dos demais.

 

“Eu tenho certeza que dava para realizar esses dois jogos [os últimos da primeira fase]. Alguns contratos nós rompemos em definitivo. Mas os contratos dos jogadores que temos interesse, nós mantivemos suspensos até próxima ordem”, disse o presidente do Carcará, Albino Leite, ou ‘A Tarde’.

“Rompemos 90% dos contratos. Os únicos que sobraram foram quatro ou cinco jogadores que já estavam anteriormente”, revelou o presidente Ederlane Amorim, do Vitória da Conquista.

Indo na contra-mão dos demais clubes, o Esporte Clube Bahia através do presidente Guilherme Bellintani afirmou que vai manter o projeto do time de transição. Além do Esquadrão, o Jacuipense é outro que ainda não tomou atitudes precipitadas e manteve o contrato do seus jogadores. Bahia de Feira, por outro lado, falou que irá segurar os contratos até o fim de abril, data que terminaria o estadual.

“Ainda não trabalhamos com a hipótese de cancelamento da competição nem de manter o calendário de 2019. O campeonato precisa ser terminado, uma vez que eu não posso de maneira alguma preservar a tabela atual, porque eu estaria decretando algo que não é direito da FBF, e que em qualquer esfera judicial cairia por terra. Então, a gente não pode trabalhar com essa hipótese”, falou Ricardo Lima, presidente da FBF.

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