Zico, o vereador, tenta proibir o árbitro de vídeo (VAR) no Rio de Janeiro

O árbitro de vídeo simplificado apenas como VAR era um desejo antigo dos clubes e dos torcedores para validar e não deixar dúvidas os resultados das partidas do futebol. Historicamente temos campeões com gol em impedimento, classificação em fase importante de Copa do Mundo com gol de mão e diversas outras ilegalidade não apercebida por um único homem responsável pela aplicação da lei. Logo uma ajuda externa seria fundamental e a tecnologia chegou e foi inserida no Campeonato Brasileiro com custos altíssimo, porém, a intenção praticamente morreu no berço, já que não encerrou as polêmicas em lances duvidosos, pelo contrário, transformando-se em um tema de discussão a cada jogo gerando discórdia e ainda mais confusão entre os torcedores. A CBF alega através de diversos comunicados  que se trata de uma ferramenta nova e, portanto, ainda está em processo fazendo de aperfeiçoamento.

 

No entanto, o vereador Antonio Jose Papera de Azevedo, conhecido como Zico do Rio de Janeiro não pretende esperar tanto. Ele apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal do Rio para proibir a atuação do VAR, o árbitro de vídeo, em partidas de futebol na cidade e justiçou:

“O VAR está acabando com o futebol. Hoje você entra no estádio e não sabe a hora que vai sair. Ninguém comemora mais gol, só se comemora o VAR. Depois do jogo a imprensa não fala mais do jogo, só fala do VAR”. O vereador tem se notabilizado por apresentar processo pouco comum ou que vai de encontrou a maioria, além do VAR, recentemente o que ficou conhecido como PAU de selfie, em espetáculos de grande aglomeração popular e em estádios de futebol. Segundo ele, o tal do pau é uma arma e pode ser usado para agressão em casos de brigas e tem lá suas razões.

O que motivou a proposta foi a demora provocada pela anulação de um pênalti marcado a favor do Flamengo, diante do Athletico Paranaense, no último domingo, pelo Brasileirão.

Teve 16 minutos de paralisação. Meu filho hoje torce mais pelo VAR que pelo clube dele, porque é ele quem decide o jogo. A gente não sabe a hora que pode comemorar um gol”,

Evidente, nenhum dos projetos devem prosperar, no entanto, vale o registro pois chama atenção para o VAR que como posto e colocado, veio para atrapalhar e não ajudar.

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