Bahia visa relações no mercado europeu para intensificar negociações

"Fomos a alguns clubes em Portugal, Inglaterra e Suíça", disse Cerri

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Na gestão do presidente Guilherme Bellintani, o Esporte Clube Bahia já soma mais de 50 milhões com vendas de jogadores, direta ou indiretamente, destaque para a negociação do meia Zé Rafael que foi adquirido pelo Palmeiras no final do ano passado por R$ 14,5 milhões, valor embolsado pelo clube baiano. Esse ano, a maior venda foi do atacante Júnior Brumado por R$ 9,5 milhões ao Midtjylland da Dinamarca. Recentemente o meia Eric Ramires foi emprestado ao Basel, da Suíça, com obrigação de compra em caso do cumprimento de metas estabelecidas no contrato. Se for concretizada a venda, pode se tornar a maior do clube e também do Nordeste. O valor fixado é de R$ 30 milhões.

 

A negociação de Eric Ramires foi fechada pelo presidente Guilherme Belintani, o vice Vitor Ferraz e o diretor de futebol Diego Cerri, que viajaram à Europa para finalizar todos os detalhes. De acordo com Cerri, eles aproveitaram a viagem para visitar outros países e construir relações internacionais para intensificar as negociações. A diretoria tricolor visitou alguns clubes em Portugal, Inglaterra, na própria Suíça.

“Eu, o presidente (Guilherme Belintani) e o vice-presidente (Vitor Ferraz) entendemos que era importante aproveitar a nossa vinda à Europa para abrir ainda mais o mercado para o Bahia. Achamos que é sempre importante você construir essas relações internacionais para intensificar as negociações que estamos realizando. Creio que na história do Bahia é a primeira vez que isso é feito. Foram inúmeras negociações nos últimos dois anos, aproveitando oportunidades de mercado. Fomos a alguns clubes em Portugal, Inglaterra, na própria Suíça, em que negociamos o Ramires com o Basel. Esta janela internacional que se encerrou já foi muito positiva para nós, fizemos grandes negociações, tanto de venda quanto de busca de reforços para a nossa equipe”, disse.

‘Também queremos construir uma visão de que é preciso intensificar a relação direta com os clubes compradores para que possamos atingir metas de receitas com negociações. Às vezes existem casos de atletas que estão com dificuldades momentâneas de fazer a transição para o profissionais e, emprestados a clubes do exterior, podem seguir por lá e abrir novas expectativas na carreira. Queremos, definitivamente, inserir o Bahia nesse ciclo internacionalizando o clube’, finalizou.

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