Com sete reforços, Bahia chega ao limite, mas ciclo não está fechado

Diego Cerri não descarta voltar ao mercado ainda esse ano

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Com sete contratações, o Esporte Clube Bahia cumpriu o seu objetivo de reforçar o elenco para o segundo semestre de 2019, algo bastante cobrado pela torcida, no entanto, apesar de não estar mais se movimentando no mercado neste momento e ter chegado ao “limite”, o diretor de futebol Diego Cerri garante que o ciclo não foi definitivamente fechado e caso apareça algumas coisa diferente ou por uma necessidade, pode retornar ao mercado. O Esquadrão anunciou até aqui, os zagueiros Marllon (empréstimo, Corinthians), Juninho (empréstimo, Palmeiras) e Wanderson (definitivo, Athletico), o lateral-esquerdo Giovanni (Ponte Preta), o volante Ronaldo (empréstimo, Flamengo), o meia Alejandro Guerra (empréstimo, Palmeiras) e o atacante Lucca (empréstimo, Corinthians).

 

“Houve saída do Paulinho e do Douglas. A gente reforçou um pouco mais a defesa, até me virtude da lesão do Ernando. A gente já estava em busca de um zagueiro. Com a lesão do Ernando, a gente preferiu trazer mais opções para o setor. Agora vai depender muito de uma necessidade que apareça. A gente conseguiu equilibrar bem o elenco. São três zagueiros, um lateral-esquerdo que faz a função de meio se precisar, Guerra como meia, Ronaldo volante. De maneira equilibrada, a gente conseguiu complementar o que achava que precisava no elenco. Não vou dizer que está fechado, mas estamos próximo do limite de espaço e da questão financeira. A não ser que apareça alguma coisa diferente ou que uma necessidade aconteça”, disse Cerri.

Lembrando que Clayton (com contrato até agosto) tem permanência incerta, enquanto Jackson recentemente foi sondado pelo Fortaleza (o dirigente falou sobre os casos – veja no final do texto). O dirigente também explicou a demora no anúncio de Lucca, que treina no Fazendão há algum tempo e que foi oficializado pouco depois da entrevista.

“No caso do Lucca, é um atleta do Corinthians, que foi emprestado ao Internacional de Porto Alegre e, daí, foi emprestado para o exterior, o mundo árabe. Há uma burocracia grande. Ele tem que voltar para o Internacional, para do Internacional voltar para o Corinthians e aí ser cedido ao Bahia. Por isso essa demora um pouco maior. Está treinando conosco, e, por ter passado um tempo fora, geralmente precisa de uma adaptação um pouco maior, mas ele tem um biótipo bom e está até se mostrando bem nos treinamentos. Tem surpreendido positivamente”

Diretor do Bahia fala sobre as situações de Clayton e Jackson

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