Diretor do Bahia fala sobre as propostas de Santos e do futebol árabe

Foto: Felipe Oliveira / ECB

Formado em Esporte pela USP (Universidade de São Paulo) e com pós-graduação na Escola Paulista de Medicina, o diretor de futebol Diego Cerri chegou ao Bahia em 2016, ainda na ERA Marcelo Sant’Ana permanecendo com a atual gestão, e vem participando diretamente desse processo de reconstrução do clube. O bom trabalho no Tricolor fez ele atrair os olhares de outros clubes, caso do Santos que tentou levá-lo para a Vila Belmiro no final de 2017, à convite do presidente José Carlos Peres.

Recentemente, Cerri também foi sondado pelo Al Wehda da Arábia Saudita, por indicação do técnico Fábio Carille, ex-Corinthians. No entanto, o dirigente recusou as duas propostas e preferiu seguir em Salvador. Em entrevista ao jornalista Bruno Queiroz, do jornal CORREIO, ele explicou o motivo de ter recusado as ofertas dos dois clubes e exaltou o projeto do Bahia.

Veja abaixo:



“Eu acho que é normal que existam propostas, nesse caso essa do Santos se tornou pública. Teve também umas outras sondagens naquele momento, agora também. Só que não vejo no momento razão para sair do Bahia e deixar um projeto no meio. A questão é que o presidente Guilherme Bellintani estava entrando e, naquele momento, exigia uma conversa maior para entender qual seria a ideia e o projeto do clube. A gente precisava conversar um pouco mais e tal. Acabou vazando”, disse.

Sobre a proposta do Al Wehda, da Árabia Saudita: “Foi um convite que o Fábio me fez, coisa nova para ele. Parece que tá se adaptando bem, mas, nesse momento, acho que é melhor continuar no Bahia e, como eu disse, vamos passo a passo, ver como as coisas vão estar, se existe possibilidade de continuar e achei que, naquele momento, não fosse a hora de sair, mesmo sendo uma proposta financeiramente boa. Não descarto sair do país novamente, mas, neste momento, não foi o que mais pesou para mim”

Deixe seu comentário