Bahia terá marca própria para reduzir preço das camisas e combater pirataria

"Não está fechado, mas está muito adiantado", garantiu Bellintani.

O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, concedeu entrevista à Rádio Metrópole nesta sexta-feira (3), e um dos principais assuntos abordados foi a ideia, prometida durante a campanha eleitoral, de ter uma marca própria, ou seja, o clube passar a “fabricar” os seus próprios uniformes. Segundo o mandatário, é uma forma de aumentar o retorno nas vendas oferecendo preços mais acessíveis ao torcedor tricolor e combater a pirataria. As conversas estariam avançadas.

“Com a gestão da marca própria, a gente sai de uma camisa para três camisas próprias. A gente mantém a de 299 e lança outras duas mais baratas, justamente para combater a pirataria. Não é exatamente fabricar. A gente não vai ter costureira e fábrica no Fazendão. A gente quer conceituar uniformes para substituir os atuais, como o da Umbro. Não está fechado, mas está muito adiantado”, justificou.

Em novembro do ano passado, quando ainda era candidato à presidente, Bellintani revelou que, a cada venda de camisa do time, comercializada por R$ 249 pela Umbro, o Bahia só arrecada R$ 11. Porém, de acordo com o presidente tricolor, o clube não irá ampliar os custos com fábrica e funcionários para ter um uniforme sem a marca da Umbro.

“No caso do Bahia, temos contrato com uma empresa que representa a Umbro. Mas ela, como as outras, não possuem fábrica. O Bahia vai tentar fazer isso: o contrato com uma fábrica, que fabrica outros uniformes. Ao invés de pôr a marca da Umbro no peito, colocaremos a nossa marca do mesmo jeito. Apenas o dinheiro que a gente manda para uma marca tradicional a gente traz e aumenta os nossos royalties”, finalizou.

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