Procurador continua indignado com o resultado do julgamento do BA-VI

O procurador Ruy João continua indignado com o resultado do julgamento do BA-VI. A noite desta quarta-feira ele concedeu e entrevista ao jornalista Fernanda Varela do Correio e deixou claro seu inconformismo com estado de quase impunidade para atos vergonhoso acontecido daquele BA-VI. Ele não entende como os auditores pode inocentar todos da comissão técnica do Vitória acusados de articular o fim da partida através de orientações de expulsões, mas na outra ponta, condena o Vitória ao pagamento de uma multa de 100 mil reais. Enfim, qual o pecado cometeu o Vitória para justificar tal multa? Aliás, o próprio advogado do Vitória admite que irá recorrer tendo como base essa mesma argumentação e linha de raciocínio.

Ele ainda questiona: Os auditores precisam dizer o porquê de o Vitória ter sido punido, multado pelo fim precoce do jogo, e ninguém ter dado causa”, questiona.

“Afinal, o Vitória se personifica em seus atletas, técnico, dirigentes. Algo ou alguém precisa ter dado causa à suspensão do jogo. Quem deu causa ao fim do jogo não tem que ser punido? Ou ninguém foi responsável e quem deu causa foi o além?”

Na entrevista, Ruy João afirmou que não aceitará nenhuma das decisões do tribunal, nem mesmo a absolvição de Lucas Fonseca e garante que todo o julgamento foi um absurdo.

Outra queixa de Ruy João revelada na entrevista ao jornal, foi a decisão da comissão de descartar a leitura labial contratada pelo Bahia, que entraria no processo como terceira parte interessada. Segundo ele, antes do julgamento, o presidente do TJD-BA, Hélio Menezes, considerou que o Bahia tinha, sim, direito de participar.

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