Bahia com o pé no tricampeonato da Copa do Nordeste

Quarta-feira acontece a tão esperada final da Copa do Nordeste entre o Esporte Clube Bahia e Sport Club do Recife, dois campeões brasileiros, ainda que o time pernambucano tenha o titulo contestado por fulanos e beltranos. Já o Bahia é um campeão único de adversários curvados e de modo indiscutível.

Na verdade na quarta-feira será dia de festa e uma nova demonstração de força e impavidez da nossa região, notadamente essa decisão em particular, que envolve as duas maiores torcidas do Nordeste e ambas listadas entre as maiores do Brasil que estarão completamente movidas e mobilizadas, uma buscando tricampeonato e a outra o tetracampeonato de um torneio que só não é sucesso absoluto pela politicagem, pelas Federações imprestáveis com dirigentes ultrapassados, pela veiculação com os famigerados campeonatos estaduais e o próprio calendário, voltado para as “janelas” de transferências de jogadores para o futebol do exterior.

Em campo? Sem dúvida. Bahia tricampeão. Fora essa sentença, o resto é assombração. Quem assistiu o jogo do adversário, do último Domingo, contra o Cruzeiro na Ilha do Retiro, manteve o necessário respeito, é claro, afinal, trata-se de uma decisão, mas ampliaram os níveis de confiança alguns pontos acima da incerteza.

O técnico do adversário, Ney Franco, é um velho conhecido do futebol Baiano. Treinou o Vitória e conduziu levou o Leão para a sua 2ª melhor colocação no Brasileiro da Serie A: quinto lugar.

Por outro lado em 2014, (creio) disputou quatro BA-VI e não venceu nenhum. Hoje vive dias de incerteza no time pernambucano, já que é contestado pela imprensa e torcedores do Leão de lá. Aliás, o técnico acredita que jogar contra o Bahia na Fonte Nova, é ponto favorável, já que aqui terá tranquilidade e escapa da pressão e xingamentos da própria torcida, seguramente se refere treinador mineiro, aquilo que foi batizado de corneteiro de beira de campo.

Se por um lado se terá tranquilidade, terá contra, o retrospecto completamente desfavorável quando atuou fora de casa. Com Ney Franco como técnico, o Sport só perdeu fora de Pernambuco. Longe dos torcedores, são cinco jogos e cinco derrotas (Ponte Preta, Danubio, Botafogo, Joinville e Campinense), com 14 gols sofridos e apenas três marcados. Exceto a partida contra a Ponte Preta, todas as demais foram na modalidade de mata-matas, como será a decisão contra o Bahia na quarta-feira na Arena Fonte Nova.

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