A contradição do torcedor e a política do Bahia por reforços

Futebol é interessante. Você no site “vai e vem” do mercado da bola e as torcidas de Fluminense e Palmeiras não aprovaram as saídas dos volantes Edson e Matheus Sales, respectivamente. Aqui alguns “corneteiros” acham que são refugos. Em contrapartida, a torcida do Fluminense aprovou a saída de Wellington Silva e aqui acham que foi uma “boa” contratação. Outra coisa interessante é que as estatísticas de Wellington Silva são melhores que a de Edson. O que não reflete a opinião da torcida “pó de arroz”. Vá entender.


No mais, a política de montagem do elenco do Bahia tem evoluído, apesar de, por questões financeiras, não ser a IDEAL. Ano passado contratamos o lateral-direito reserva do Atlético-PR (Eduardo). Este ano contratamos o lateral-direito titular do Fluminense (Wellington Silva – liberado provavelmente por desgaste). Em 2015 contratamos volantes que nem reservas imediatos eram na Série A e volantes de time da Série C (este deu muito certo – Juninho). Em 2016, contratamos volantes que disputavam posições na Série A. Podem até não dá certo, mas é uma evolução.

Repetimos algumas fórmulas que não concordo (amplamente usada pelo Vice no momento), como contratar jogador de “nome” (Pablo Armero), porém vindo de poucas atuações em 2016 e nas últimas temporadas (39 jogos em 3 anos). Particularmente, até por experiências frustrantes no próprio Bahia, prefiro a política atual do Bahia que a do Vitória.

Um boa notícia é que o Bahia vem preparando o time à mais tempo (mesmo antes de oficializar as contratações) e já iniciará o ano com testes fortes do elenco antes das competições oficiais. Estou esperançoso em ver um time muito mais forte que o que iniciou 2016. E tem margem para se qualificar ainda mais até o Brasileiro que começa em maio.

Olival Mata, torcedor do Bahia e amigo do BLOG