Bahia faturou R$ 1,6 milhão com ida de Léo Ceará para o Japão

Bahia assinou um pré-contrato com Léo Ceará quando ele tava no Vitória

O atacante Léo Ceará nunca vestiu a camisa do Esporte Clube Bahia, porém, o tricolor baiano lucrou com a ida do centroavante para o Yokohama Marinos, do Japão. De acordo com apuração do site Bahia Notícias e confirmada pelo “ge”, o Esquadrão assinou um pré-contrato com o jogador quando ele estava no Vitória, ou seja, Léo Ceará seria anunciado como reforço do Bahia para 2021 com um vínculo de dois anos (até 2022). Entretanto, o clube japonês demonstrou interesse e, com um cláusula prevista em caso de proposta de clube do exterior, foi liberado com o pagamento da multa no valor de R$ 1,6 milhão.

 

Ainda segundo o portal, o Bahia viu a transação como vantajosa já que não gastou nada para obter o jogador, que já estava em litígio com o Vitória. Por isso, decidiu liberar o atleta por meio de compensação financeira. O Leão ficou com 30% de uma futura venda, caso ele seja negociado pelo Yokohama Marinos para outro clube.

Natural de Fortaleza (CE), Leonardo de Sousa Pereira foi revelado nas divisões de base do Esporte Clube Vitória, mas no início não teve muitas chances no time principal e foi emprestado a Ryukyu (Japão), Campinense e Confiança. Retornou ao Leão em 2018, ficando até meados de 2019, quando foi emprestado ao CRB. No time alagoano, teve grande destaque, marcando 12 gols em 32 jogos. Com o fim do empréstimo, voltou ao Rubro-Negro, onde foi o principal destaque na temporada passada, sendo peça importante para garantir a permanência do Leão na Série B. Foram 20 gols em 42 jogos disputados na temporada 2020.

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1 Comentário

  1. O jogador foi para o Japão, mas, a verdade é que para o Bahia, o negócio se tornou um “Negócio da China”.
    Pelo o que me consta, o atleta chegou ao Esporte Clube Vitória aos 14 anos de idade, portanto, obtendo formação de homem e de profissional dentro do clube, enquanto o Esporte Clube Bahia que não investiu nada no atleta, foi gasta apenas, a saliva do presidente Guilherme para que o jogador assinasse um pré-contrato que no final, garantiu um R$1.600.000,00 ao Bahia, enquanto o clube que formou o atleta ficou a ver navios.
    É bom salientar, que o Bahia não cometeu nenhum ato ilegal com a transação, pode ter sido até antiético, mas, como as palavras ÉTICA e JUSTIÇA, são ilegíveis no dicionário do futebol, a culpada de tudo isso é a famigerada Lei Pelé que vem lascando em banda, os clubes do futebol brasileiro.
    É por isso que fico irado quando vejo um jogador de futebol fazer um gol e beijar o escudo do Clube. Infelizmente, o futebol, é o mundo encantado dos hipócritas e fariseus.

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