Volante relembra passagem pelo Vitória em momento difícil do clube

Fillipe Soutto vestiu a camisa do Vitória entre 2017 e 2018

Foto: Mauricia da Matta / EC Vitória

Natural de Belo Horizonte, Fillipe Soutto Mayor Nogueira Ferreira surgiu nas divisões de base do Atlético Mineiro, onde se profissionalizou em 2010, mas só teve as primeiras oportunidades em 2011, atuando 29 jogos e marcando 2 gols. Em 2012, foram 18 partidas e 1 gol marcado, antes de ser emprestado ao Vasco da Gama. Entre idas e vindas no Galo, foi emprestado à Joinville, Náutico, Linense e Londrina. Em 2017, assinou com o Red Bull Brasil, onde ficou poucos meses e no mesmo ano foi anunciado pelo Vitória. No Leão, ficou até o final de 2018. Ao todo, soma 35 jogos e nenhum gol marcado. Ficou afastado dos gramados em 2019, mas voltou esse ano para defender o Ituano. Antes da paralisação, atuou 2 partidas pelo Campeonato Paulista.

 

Em entrevista no Vamos Negô Convida”, o volante Fillipe Soutto relembrou a passagem pelo Esporte Clube Vitória em momento difícil do clube constantes mudanças na gestão. Veja tudo abaixo:

– Você chegou ao Vitória, em um momento conturbado, mudanças de gestão e no comando técnico. Como você avalia esta situação?

“Cheguei no Vitória, após passar pelo Red Bull, o Vitória estava em um momento muito difícil. Cheguei antes do Ivã de Almeida sair do clube. Tanto que o meu contato com ele, só aconteceu apenas em um dia, quando assinei o meu contrato.”

– Como o Agenor, contribui para o grupo naquela situação agitada? Vocês tiveram um momento de calmaria, um entrosamento maior?

“O Agenor é um cara de muito carisma, e que transmite verdade. Tive uma relação muito boa com ele, um cara humano. Era um momento de muita pressão e cobrança e ele abraçou todo o elenco.”

– Quando você chegou ao clube, o Petkovic foi responsável por te apresentar à imprensa, sendo diretor de futebol. Você pode afirmar que ele contribuiu por sua vinda ao clube?

“Ele foi o principal responsável. Tinha feito um bom Paulistão [no Red Bull]. Ele entrou em contato comigo, e meus empresários. Em seguida apresentou a proposta para eu ir ao Vitória. Era uma proposta até mais baixa, do que a do Red Bull. Eu já sabia da situação financeira do clube, e se tratando do Vitória não pude recusar.”

– Porque o Fillipe Soutto, não conseguiu marcar gols no Vitória, você se considera um jogador mais de marcação?

As minhas sequências de jogos no Vitória foram mais para ajudar na marcação. Logo quando o Mancini chegou, era o momento que tomávamos muitos gols, e praticamente não atacávamos o adversário. Daí ele formou um esquema tático para parar de tomar gols. 

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