Lionel Messi assistia jogos de Bahia e Vitória, diz Maxi Biancucchi

Maxi passou pela dupla BA-VI e conquistou títulos nos dois

Primos, Messi e Maxi juntos.

Com passagens destacadas e também com polêmicas no futebol baiano entre 2013 e 2016, o atacante Maxi Biancucchi pendurou as chuteiras aos 35 anos, no final do ano passado. Vestiu a camisa do Vitória em 2013, tendo grande destaque, com 14 gols em 33 jogos, sendo campeão baiano e fazendo parte do time que terminou o Brasileiro no 5º lugar, muito perto da vaga para Libertadores. Em 2014, trocou o Leão pelo seu rival, o Bahia, onde atuou nas temporadas 2014 e 2015, sendo bicampeão baiano, porém, com uma saída conturbada, sendo afastado e depois liberado para atuar no Olímpia. Defendeu ainda o Ceará em 2017 e seu último clube foi o Rubio Ñú.

 

Maxi surgiu nas divisões de base do San Lorenzo da Argentina e acumula passagens por clubes do Paraguai, como Libertad, General Caballero, Tacuary, Fernando de la Mora, Sportivo Luqueño, até chegar ao Flamengo como uma aposta e conhecido por ser primo do craque Lionel Messi. Ficou três anos no Rio de Janeiro e não vingou. Na sua ida para o Bahia, Maxi levou também o seu irmão, Emanuel Biancucchi. Em entrevista para o Jornal O Globo, o atacante com passagem pela dupla Ba-Vi revelou que Messi assistia os jogos de Flamengo, Bahia e Vitória.

“Nós não temos esse contato. Na época, tinha mais conversa. Mas, sem dúvidas ele acompanhou a minha passagem no Brasileirão. Ele via os jogos do Flamengo, do Bahia, do Vitória… Eu não precisava dizer [sobre quem era] do Flamengo para ele, ele já sabia como todo mundo”.

Maxi relembrou os tempos de Flamengo e revelou o motivo por não ter conseguido deslanchar no clube carioca. “(Gol contra o Flu) Sim, sem dúvida, foi especial. Você chegar no Flamengo, na época com 22 anos, fazer o primeiro jogo no Maracanã lotado e naquela situação ruim. Naquela época, o Flamengo estava na zona de rebaixamento, brigando na parte de baixo. Foi uma carta de apresentação para o torcedor. Tive muita concorrência. Renato Augusto, Petkovic, Sheik… quando você perde espaço, é difícil voltar. Eu era muito novo, não tinha aquela paciência que vem quando você é mais velho. No Flamengo não tem isso, você tem que saber onde você está. Tem que estar toda hora sendo titular e fazendo gols.”

 

 

 

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