Clube da Eslováquia demite 17 jogadores que não aceitaram redução salarial

Zilina é o atual vice-líder do Campeonato Eslovaco

A crise do coronavírus chegou no mundo todo e os clubes tentam de todas as formas cortar custos. Uma das soluções é diminuir os salários dos jogadores, o que vem acontecendo com clubes da Série A do Brasileirão, e até mesmo os gigantes europeus, exemplos de Barcelona e Juventus. Na Eslováquia, o Zilina – atual vice-líder do Campeonato Eslovaco, a 10 pontos do líder Slovan Bratislava – decidiu demitir 17 jogadores por não aceitarem as condições de redução salarial oferecidas pela equipe em razão da paralisação forçada pela pandemia do Covid-19.

 

Em comunicado, a diretoria do Zilina afirmou que o clube está imerso em problemas financeiros e explicou que os jogadores que tiveram seus vínculos rescindidos eram os mais caros do elenco, ou aqueles que estavam próximos do vencimento.

Dominik Holer, um dos que foram demitidos, disse que a proposta dos dirigentes era de redução de 80% nos salários. Ele disse não saber do estado de insolvência anunciado pela diretoria.

“Recebemos uma proposta que não estávamos de acordo. Nada sabemos sobre o fato do clube ter declarado insolvência”.

 

Deixe seu comentário

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*