CBF pode mudar fórmula de disputa das Séries A a D do Brasileiro

Informação foi dada pela presidente da Federação Paraibana

Nesta quinta-feira (19), a presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Michelle Ramalho participou de reunião com o comandante da CBF, Rogério Caboclo, e dirigentes de outras federações, no começo da semana. Segundo ela, o Campeonato Brasileiro das séries A, B, C e D pode ter uma nova fórmula de disputa, dependendo do desenrolar da pandemia do coronavírus pelo país. Michelle garante que a intenção da CBF é fazer as competições nacionais com fórmulas mais enxutas para dar a oportunidade de terminar os campeonatos estaduais se a pandemia do novo coronavírus persistir no Brasil.Vale lembrar que as quatro séries do Campeonato Brasileiro têm início previsto para o primeiro fim de semana de maio. Os inícios das séries B e D estão marcados para o dia 2, um sábado, enquanto que a A e a C para o dia 3, domingo.

 

“Rogério Caboclo vai convocar um novo arbitral e vai mudar o formato. Vai ter um novo formato, caso essa onda do vírus venha a se alargar. Com certeza alguém vai ter que espremer seu campeonato. E antes eles (o Brasileirão) do que os estaduais. Desde já o presidente está de parabéns. Muitos achavam que era intenção da CBF espremer os estaduais ou até mesmo, como temos visto pela imprensa, as fake news afirmando que iria se repetir o resultado do ano passado. Eu já nego essa afirmação. Escutei da boca do presidente. Pode ter certeza que ainda vamos ter futebol neste ano. O presidente se propôs a diminuir as datas do Brasileiro para dar oportunidade a todos os estaduais. Vamos terminar os estaduais, independentemente de qualquer coisa. Agora o tempo vai depender realmente da situação do Brasil diante desse vírus”

Quem também falou sobre o assunto foi o secretário-geral da CBF, Walter Feldman. O dirigente seguiu uma linha diferente da adota pela presidente da Federação Paraibana de Futebol e garantiu que, pelo menos por enquanto, não será considerada uma mudança no calendário.

“O presidente Rogério Caboclo tem o costume de chamar os diretores, conversar com os clubes, tem uma relação boa com a Conmebol e Fifa. Ele diz uma frase pragmática: “A mudança do calendário não pode ser objeto de uma oportunidade, tem que ser de convicção. Não será por conta da crise que vamos mudá-lo radicalmente”,  argumentou Walter Feldman.

 

 

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