Presidente Guilherme Bellintani, não existe associação sem contrapartida!

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Depois de dez rodadas, a Bahia ocupa a amarga zona de rebaixamento, com apenas oito pontos em trinta disputados. Entre os piores, o Bahia é o vice-colocado por puro merecimento. 5 jogos fora de casa, 5 derrotas, nenhum gol marcado em campanha até agora vergonhosa, que entristece o torcedor tricolor.

Não é preciso ser um estudioso do futebol para entender que o elenco precisa de reforços imediatos. Não se pode começar o Campeonato Brasileiro, competição de maior importância para a saúde moral e financeira do clube com exatamente com o mesmo time que disputou e venceu o imprestável Campeonato Baiano, sem ajustes, sem retoques como fossem competições equivalentes.

Guto Ferreira não fez aqui um bom trabalho, porém é notório que qualquer treinador que desembarcar no Fazendão vai se deparar com o mesmo problema: Faltam jogadores de qualidade. É inadmissível essa demora nas contratações. Seriam o tais contratados supostamente para o SUB-23 que vão reforçar Bahia?



A diretoria cobra do torcedor que se associe ao clube e em contrapartida, como forma de agradecer a parceria, deixa de dar ao torcedor o MÍNIMO, do mínimo do mínimo que seria um time competitivo e que se aloje em uma tabela de classificação de um torneio de 20 clubes, na décima sexta posição. Será pedi muito? Estamos cobrando demais?

Quando chegarão os reforços? Quando deixaremos de lutar na parte de baixo da tabela, quando valerá a pena se associar ao clube?

Presidente, diretor, a torcida do Bahia quer respostas. Ser sócio é querer ver também seu time bem em campo. Chega de equívocos e inércia.

Marcelo Eloy, torcedor do Bahia, amigo e colaborador do Futebol Bahiano.

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