Presidente do Bahia confirma sondagens à atletas e revela teto salarial

Foto: Felipe Oliveira / ECB

Recentemente ventilou-se a possibilidade do Bahia contratar o meia Felipe Gedoz, do Atlético-PR, e o atacante Jonathan Copete, do Santos, o segundo também desejado pelo Vitória. Em entrevista à Rádio Itapoan FM, o presidente tricolor, Guilherme Bellintani confirmou as sondagens aos atletas, porém, o principal empecilho foi o teto salarial, definido pela diretoria em R$ 150 mil (mensal) por jogador.

No caso do colombiano, segundo o repórter Marinho Jr, da Rádio Metrópole, ele teria pedido um salário mensal de R$ 250 mil, prontamente descartado pela diretoria do Bahia, já que ultrapassava o limite financeiro. Já o meia Felipe Gedoz não será liberado pelo Furacão.

“O Copete foi pontuado. Chegamos a uma rápida sondagem. O salário dele e valores que foram pedidos de luvas estão acima do teto do clube e, por isso, descartamos logo. O Bahia tem um teto, hoje, de no máximo R$ 150 mil. Nossa folha, hoje, gira em torno de R$ 2,7 a 2,8 milhões. O Gedoz, hoje, não está disponível para negociação e, por isso, não avançamos. O Atlético-PR, hoje, não libera ele. Pode ser que amanhã venha a liberar, mas por enquanto não libera”, explicou.




Bellintani ainda destacou que “contratação nem sempre resolve” e que não vê necessidade de contratar outro jogador para o meio de campo. Além disso, afirmou que está estudando o mercado e lembrou do meia Ronny, do Cruzeiro.

“Em janeiro contratamos 11 jogadores. Hoje, temos três meias de bom nível no elenco. Temos Vinicius, Régis e Allione. Não acho que, hoje, caiba mais um meia no Bahia. Não temos urgência, nada para que seja feito às pressas. Contratação nem sempre resolve. O que a gente vê, é que clubes que contratam 20, 30 jogadores por temporada não têm resultado no final. Estamos investigando o mercado, atentos a uma boa oportunidade. Já citei Ronny, por exemplo, que foi do Cruzeiro. Surgiu uma oportunidade e nos interessava. Enviamos um emissário até o Japão para negociar, mas infelizmente não foi possível. Temos limitações orçamentárias e não podemos fazer loucuras, gastar dinheiro à toa”, destacou.

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