Jogador que virou motorista de Uber relembra episódio com atletas do Bahia

Aos 27 anos, o meia Da Silva, do Afogados – clube da primeira divisão de Pernambuco – explicou que a iniciativa de virar motorista de aplicativos móveis veio com uma lesão após um acidente. O atleta passou cerca de oito meses parado até se recuperar de uma contusão na sola do pé. Desde que se tornou motorista de aplicativo, o jogador contou que já foi reconhecido por torcedores e colegas. E relembrou o episódio após a partida do Bahia contra o Sport, pela 36ª rodada do Brasileirão de 2017, quando foi o motorista de Edigar Junio, Wellington Silva e Tiago, do Tricolor Baiano.

– Quando acabou o jogo, o Edigar Junio fez o convite para encontrá-lo no hotel. Aí, os jogadores estavam chamando Uber pra ir em um shopping. Está chamando Uber? Eu sou Uber, levo vocês. Aí eu fiquei rodando com eles em Recife – relatou Da Silva, que é amigo de Edigar Junio desde a época de base no Fluminense.

Com contrato até o fim de abril, Da Silva ainda não tem definido se permanecerá no clube após o estadual.

– No interior a gente faz contrato assim, por campeonato. Quando acaba, às vezes aparece uma segunda divisão de outro estado ou daqui mesmo, e outras competições. Se não conseguir, tem que passar o ano todo parado pra jogar o estadual do ano seguinte – lamentou.



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