Ainda falta atacante no Bahia

O pacote de cinco jogadores anunciados ontem pelo Bahia, somado ás seis contratações anteriores, completa 11 atletas. No papel, um time inteiro. Mas na mente do torcedor tricolor, apenas a metade. Até agora, o tricolor imaginário tem Marcelo (Fernando) Patrício Rogério Corrêa, Nem e Àvine; Leandro Makelele, Thiago Carpini ou Rogério, quem sabe Marcone ou até o jovem Williames… Daí não passa. Do meio para frente, a escuridão continua.

Dos reforços anunciados ontem, à exceção do experiente NEN, todos os outros são desconhecidos do primeiro time do mercado nacional. Estão inseridos na linha estabelecida pela nova diretoria: baixo custo e promessa de time capaz de ser campeão baiano e quebrar um longo jejum de seis anos sem erguer um troféu

Mas até agora o expediente da diretoria anterior está sendo mantido. Prioridade ao sistema defensivo e meias que tardam a chegar como aconteceu no inicio da Série B: Caio só foi contratado em agosto e, antes dele, apenas Elias e Ananias criavam.

Faltam quatro dias para a apresentação do grupo, no dia 3 de janeiro, e os únicos meias do elenco são Ananias e o recém contratado Silas, além de Tiago Neiva, fora dos planos.

No ataque, Rafael Silva se juntará a Paulo Roberto e ao novato Jael. Charles está disponível a clubes interessados e o garoto Mário, que atuou contra o Gama no desfecho da Série B, é peça ainda a ser lapidada.

MAIS – Como a base de marcadores montada, as próximas contratações devem fazer o torcedor ter uma noção melhor da cara que o Bahia terá no inicio de 2009. E não será surpresa se novos nomes forem anunciados ainda hoje. As prioridades agora são meias, atacantes e um lateral direito, pois só há Patrício no elenco. Na esquerda, o jovem Roberto terá a Copa São Paulo de Júnior como vestibular ( Herbem Gramacho/Correio)

Especulado como reforço do Bahia, Zé Roberto diz que sonha jogar no Grêmio

O meia Zé Roberto, ex-Vitória que chegou a ser especulado pela imprensa baiana como possível reforço para o tricolor de aço para temporada de 2009 pela amizade com o gerente de futebol do Bahia, afirmou ontem, que quer deixar o clube alemão sim, mas para se transferir para o Grêmio. “Já avisei o presidente do clube que na Alemanha não jogo mais”, avisou o jogador, em entrevista à Rádio Bandeirante, de Porto Alegre.

Zé Roberto diz que as negociações com o clube gaúcho estão em andamento e que sua vontade de jogar com o Grêmio se dá, entre outras coisas, “pela enorme admiração que tenho pelo Grêmio e porque já trabalhei com o técnico Celso Roth e gostaria de voltar a trabalhar ao seu lado”.

O meia, de 28 anos, acrescentou que jogar no Grêmio “é um sonho”, e seria uma forma de se recuperar com o clube, onde teve uma rápida passagem em 1998, quando ainda era júnior, mas não foi aproveitado.

Ontem, o gerente de Futebol do Bahia, Paulo Carneiro, também através de entrevista a uma emissora de rádio de Salvador, desmentia o interesse do Bahia pelo meia sonhador; o desmentido também se aplica ao centro-avante de 3 gols na segunda divisão do campeonato japonês, o atacante Nadson, revelado pelo Vitória, ex-Barcelona de Canabrava.

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