Erros de arbitragem contra o Bahia: Incompetência ou Tendenciosidade?

"Poderíamos até afirmar que ele é um árbitro incompetente, de regra, todo árbitro tendencioso é incompetente"

Pela primeira vez, vi e ouvi a imprensa do Sudeste do País dizer de forma unânime que foi um erro grosseiro de arbitragem, na partida entre Bahia e Flamengo, no Maracanã. Sabemos que qualquer ser humano está susceptível a erros, mas, o árbitro de futebol tem hoje o privilégio que outras profissões não tem, revisar seu erro, mas, se o árbitro for incompetente e principalmente tendencioso, nada disso ajuda. O fato é que o árbitro pode ter tido a convicção que a bola bateu em sua mão, porém a imagem é clara, se a imagem é irrefutável e mesmo assim ele continua com sua opinião ignorando a verdade, só existe duas alternativas, ou ele é incompetente, ou ele é tendencioso.

 

Poderíamos até afirmar que ele é um árbitro incompetente, de regra, todo árbitro tendencioso é incompetente e vice versa. Mas o que caracteriza ser tendencioso é que felizmente não foi um lance interpretativo, se a bola bater na mão é pênalti, se não bateu, ele não sei com qual interesse assumiu um risco claro de prejudicar e muito o Bahia.

Agora se analisarmos alguns detalhes antes, e durante a partida, encontraremos muitas “coincidências” no mínimo estranhas. O Flamengo foi prejudicado (diga-se de passagem, coisa rara) na partida anterior com uma marcação bisonha de impedimento, quando o jogador do Flamengo ainda estava no seu campo de jogo. Toda a mídia fez escândalo querendo dizer que o Flamengo, tido pela maioria da imprensa e dos clubes brasileiros, como time mais beneficiado pelas arbitragens, era o mais prejudicado, e “coincidentemente” o árbitro designado para partida que é realizada através de sorteios conforme estabelece o estatuto do torcedor, ficou doente na véspera da partida.

O Chefe da Comissão de Arbitragem, que era comandada por um árbitro gaúcho, Leonardo Gaciba, escolhe a dedo o árbitro, o paulista André Luiz de Freitas Castro, e as “coincidências” continuam crescendo ainda mais, afinal, o Bahia está na luta contra o rebaixamento contra dois clubes gaúchos, Grêmio e Juventude. Agora um lance que caracteriza toda sua parcialidade em ajudar o Flamengo e prejudicar o Bahia, foi além do lance do pênalti inexistente, o lance de Rossi com Diego. O atacante dá uma cotovelada no meia e o árbitro não viu, mas Diego pegou o Rossi pelo pescoço querendo estrangulá-lo, e ele simplesmente deu cartão amarelo, só depois que o VAR chamou informando da cotovelada e dizendo a ele também que Diego deveria ser expulso, é que ele muda a cor do cartão.

Para minha surpresa, ouvi diversos cronistas do Sudeste do País dizer que o foi o maior escândalo de arbitragem, mas na minha opinião, o maior escândalo de arbitragem desse ano, foi no jogo do Bahia contra o Juventude. Como diz um comentarista de arbitragem, a regra é clara, o jogador do Bahia chutou a bola em direção ao gol e ela ia entrar, e o jogador do Juventude se atira contra a bola mudando sua trajetória, por ignorância de alguns, dizendo se tratar de braço de apoio, pela etimologia da palavra já diz, quando o braço está se apoiando em algo, ele estava em pé e se atirou em direção a bola, então em nada justifica ele não ter dado pênalti e principalmente expulsado o jogador do time gaúcho que luta diretamente contra o Bahia contra o rebaixamento.

Contra o São Paulo, outro erro claro, no pênalti de Miranda em Juninho Capixaba. Nos três lances em questão, os árbitros foram chamados pelo VAR, e curiosamente, as revisões a favor do Bahia, não marcaram a penalidade, e contra o Bahia, foi marcada. Tudo isso não isenta inúmeros erros da diretória do Bahia, mais uma vez na montagem do elenco, só fico sem entender que o atual presidente do CBF é o baiano Ednaldo Rodrigues, adversário político ferrenho do presidente do Bahia, sabemos que ele sempre foi incompetente, espero que ele seja além de incompetente, mesquinho.

Jorge Machado, torcedor do Bahia e colaborador do Futebol Bahiano. 

 

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