Luiz Otávio exalta estrutura do Bahia e diz que está apto para jogar

"Vou dar o meu melhor para ajudar a equipe", disse.

Foto: Antônio Muniz / EC Bahia

Pouco tempo após ser anunciado, o zagueiro Luiz Otávio foi apresentado pelo Esporte Clube Bahia nesta sexta-feira. De acordo com o clube, o defensor de 1,94m chega ao Esquadrão com contrato definitivo, em vez de emprestado, “graças aos últimos dias da negociação com a Chapecoense”. Na Chape, além da Série B, o defensor também conquistou 2 títulos catarinenses, disputou 75 partidas e marcou 6 gols. Luiz Otávio revelou que teve uma conversa quando estava negociando com o Esquadrão.

 

“Rossi é um grande amigo do futebol. Ele me indicou o Bahia, mandou mensagem para que eu viesse. Eu também estava empolgado para vir, já que eu nunca atuei no Nordeste. Vai ser mais uma oportunidade de mostrar meu trabalho em um grande clube e disputando novas competições, como a Copa do Nordeste. São novas competições, e eu espero trabalhar forte nos treinamentos, para que, quando estiver dentro de campo, possa ajudar e conquistar muitas coisas pelo Bahia”, afirmou.

Luiz Otávio também exaltou a grandeza do clube e citou o crescimento em termos de estrutura como determinante para aceitar a proposta. O jogador afirmou que chega pronto para jogar. Se estiver regularizado, ele pode estrear no domingo contra o Altos, pela Copa do Nordeste.

“Não tem muito o que falar, pela grandeza que o Bahia é. A estrutura, o crescimento dos últimos anos, em termos de estrutura, grupo de jogadores. Isso pesou bastante. Estou muito feliz, empolgado, para poder, o quanto antes, poder ajudar o Bahia dentro de campo. Estou muito feliz de estar aqui. Uma grande realização. Vou dar o meu melhor para ajudar a equipe. Eu vinha trabalhando. Terminei a Série B no fim de janeiro, fiz uma pré-temporada e venho trabalhando. Estou apto. A hora em que o professor Dado precisar, estou à disposição”, contou o zagueiro.

“Eu venho para ajudar o máximo. Pude acompanhar o Bahia na reta final do Brasileiro, inclusive, fizeram boas partidas, não levaram gols. O contexto de levar gol era geral. Hoje, o futebol precisa de todo mundo na ajuda da marcação. Na Chapecoense, nosso ponto forte era esse. O grupo comprou a ideia. Dessa forma, facilita para o setor defensivo. Se precisar de mim, estou aqui para ajudar o Bahia a não levar gols e trazer bastante segurança, caso eu seja escolhido para começar.”

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