Sul-Americana: Bahia vence o Unión e segue vivo! – por Erick Cerqueira

ALÔ, VOCÊ! O Bahia venceu a 5ª partida nas últimas 6 disputadas. O futebol nem sempre foi o mais bonito, mas quem conhece Mano Menezes sabia que com ele, diferença de 1 gol, é sempre goleada.

 

E foi quase isso, com Fortaleza, Botafogo, Vasco – pula o RedBull – e o Union Sana Fé. Tirando o pobre do Melgar que levou balaiada, os resultados são sempre justos, e os babas, duríssimos.

Não foi diferente contra os argentinos, e nem poderia ser.

O Bahia começou o jogo bem, impondo  seu futebol. trocando passes sem pressa, propondo as ações da partida mas sem levar muito perigo ao time visitante. Importante salientar que dessa vez o time não entrou dormindo nos 20 minutos iniciais, como fez contra o Coritiba e levou um gol, e contra o Red Bull Bragantino e levou três. Dessa vez a história foi outra.

O Unión parecia respeitar demais o Tricolor e esperar que os donos da casa cansar de atacar. A estratégia deu certo, e quando o Bahia diminuiu o ritmo eles subiram a marcação. Pressionaram tanto no fim do primeiro tempo que já colocaram Douglas como melhor em campo desde aquele momento.

E no segundo tempo a coisa piorou. Com a inofensividade de Fessin, os passes errados e má vontade Élber, Gilberto pouco fez. O meio de campo promissor, com os dois melhores volantes de marcação, Gregore e Ronaldo, não conseguia segurar o ataque dos caras. E a zaga sofreu.

Era hora de colocar Rossi e Rodriguinho. Mas Claudio Prates, substituindo Mano com covid, colocou Elias também. Lembramos do terror que foi essa dupla contra o Braga e, pra nossa felicidade, ele não colocou Clayson.

Rossi entrou bem demais e na primeira bola fez mais que Fessim em 45 minutos. Depois, Rodriguinho tenta a sua segunda enfiada de bola e Rossi dispara, tira do goleiro e malandramente espera o choque. Pênalti, VAR, demora, briga com os zagueiros dos caras pra ficarem na linha e 1213 minutos depois, Gilberto marca com uma calma de quem pega baba nos paralelepípedos dos Barris. 1×0.

Aí foi rezar pra acabar o jogo e é isso mesmo. Os caras cresceram, deram espaço pra contra-ataques, mas o placar nem se mexeu mais.

BORA BAÊA MINHA PORRA!

O time dos caras é perigoso, vencemos de pouco, mas de três partidas na Sul-Americana, só levamos gol em uma. E no singular mesmo.

Que Mano e comissão técnica se recuperem logo. Que o São Paulo que virá, seja como aquele São Paulo que a gente retou quando empatamos. 

Alô, você! Hoje perdemos Fernando Vannucci, e fica aqui a minha homenagem a um cara com uma história incrível na locução esportiva e que narrou tantos gols do Esquadrão, sempre elogiando o nosso BAÊA, como nesse gol abaixo, há 40 anos!

 


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