Presidente do Vitória critica postura de Léo Ceará e dos empresários em negociação

"Há uma clara má vontade do atleta e clara inabilidade dos empresários"

Foto: Reprodução

Em pronunciamento nesta sexta-feira (24), na TV Vitória, canal oficial do clube no YouTube, o presidente Paulo Carneiro criticou a postura do atacante Léo Ceará e dos seus empresários na negociação para renovação de contrato. O mandatário citou má vontade do atleta e inabilidade dos agentes. O atacante tem contrato até o fim da temporada e passou a trabalhar separado após as negociações para renovação do vínculo não evoluírem conforme o clube esperava. Segundo PC, o impasse segue e o atleta permanece afastado das atividades realizadas pelo elenco principal na Toca do Leão. O presidente também acusou o jogador e os empresários de dificultarem as negociações para conseguirem o valor integral de uma possível assinatura com outro clube.

 

“O impasse continua, e o jogador perdendo a forma e o dinheiro. Para se ter uma ideia, o que ele perdeu de salário de janeiro para agora é o valor da luva que ele estava pedindo. Já perdeu o valor da luva. Há uma clara má vontade do atleta e clara inabilidade dos empresários, para não dizer que eles estão por traz, dificultando a negociação para o jogador sair livre no fim do ano e eles ganharem o dinheiro sozinhos.”

Paulo Carneiro revelou que conseguiu levantar o valor das luvas, premiação pela assinatura de contrato, reivindicada pelo atleta. Porém, os dirigentes do clube foram surpreendidos com novos pedidos.

“Infelizmente, apesar de todo esforço da diretoria, não conseguimos resolver ainda. Ele vai continuar treinando separado. Dessa vez fomos surpreendidos. Fomos chamados para uma reunião com os empresários do jogador, são três, imaginava que fomos chamados para resolver. Até então, a única dúvida que existia, dito pelo próprio jogador na minha residência, era que o salário estava ok, ele queria receber uma luva. Com esforço meu, da diretoria e alguns parceiros, conseguimos os recursos da luva. Fui para a reunião, através do meu gerente Alarcon Pacheco, para informar aos empresários que havíamos conseguido as luvas. Imaginávamos que o assunto seria encerrado e um contrato de três anos assinado. Qual foi nossa surpresa? Chegando lá, o jogador queria um contrato de um ano, estabelecer cláusula de saída. Jogador que está há dez anos no clube, queria definir para nós valor de venda. E queria receber o mesmo valor de luva por um ano de contrato. O Vitória não pode aceitar e não aceitou”, afirmou Paulo Carneiro.

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