Bahia e outros clubes se unem para tentar driblar a crise do coronavírus

"a tentativa é usar o período de paralisação para fortalecer a união", destaca pvc

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Em publicação no seu Blog no Globoesporte, o jornalista Paulo Vinícius Coelho, conhecido como PVC, destaca que um grupo de clubes pretende voltar a discutir nesta semana ações para que o futebol brasileiro possa ter ganhos conjuntos depois da crise do coronavírus. A história não é nova, mas a tentativa é usar o período de paralisação para fortalecer a união, que já foi chamada de Aliança Brasileira de Clubes e hoje não tem um nome definido nem número de apoiadores fixo. Há nesta união a ideia de reforçar os cofres, principalmente com a venda de direitos internacionais de televisão. Mas também com loteria Big Data e outras propriedades que pertencem aos clubes e que não têm sido explorados.

 

Alguns dos grandes clubes brasileiros não se aproximaram desse movimento, que tem Atlético Mineiro, Athletico Paranaense, Corinthians, Santos, Bahia, Cruzeiro e Sport como possíveis integrantes. Fora disso, numa posição individual, o Flamengo. Mas também Fluminense, Vasco, Palmeiras e São Paulo estão mais próximos da CBF e distante desse movimento.

É um dos grandes problemas históricos, desde a Copa União de 1987. Os clubes não se juntam em torno de uma agenda comum. Um dos empresários do setor privado, que se aproximou dos clubes para pensar em ações coletivas define as reuniões entre dirigentes assim: “Ou eles brincam ou brigam. Ou tiram sarro uns dos outros, porque seus clubes ganharam ou perderam. Ou brigam por defender interesses exclusivos de seus clubes.”

 

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