Bahia projeta elenco enxuto e aposta no time de transição para 2020

Diego Cerri explicou a nova política do clube para 2020

Foto: Felipe Oliveira / Divulgação / Bahia

O Esporte Clube Bahia até o momento oficializou apenas três contratações para a temporada 2020 (Daniel, Jádson e Clayson), no entanto, a dificuldade encontrada no mercado como destacado pelo presidente Guilherme Bellintani, não é o único motivo pela demora para anunciar mais reforços. De acordo com o diretor de futebol Diego Cerri, a ideia do clube para a atual temporada é ter um elenco enxuto e apostar nos jogadores do time de transição, comandado pelo técnico Dado Cavalcanti, e que disputará o Campeonato Baiano, projetando colher os frutos já esse ano. Até aqui, a diretoria vem investindo na equipe sub-23, contratando nomes como o goleiro Mateus Klaus, o zagueiro Fábio Alemão, o meia Arthur Rezende, o volante Ramon, entre outros que chegaram, além do retorno do volante Yuri que estava no Japão e vai reforçar o time.

 

“Montamos uma equipe B e estamos satisfeitos com a formação. Montamos junto com a equipe técnica do Dado Cavalcanti. Em outros momentos entraremos em detalhes, mas farão jogos em quantidade razoável para que a gente não tenha problemas com calendário. Temos que chegar bem em todas as competições. Para isso, a equipe B é muito importante. Fora a revelação de atletas, jogadores jovens que terão a oportunidade de se mostrar para a torcida e ganhar espaço na equipe principal. Temos uma boa perspectiva”, disse o diretor de futebol do Bahia, Diego Cerri.

“Tenho a convicção que é o primeiro ano que temos um time estruturado, uma comissão técnica fixa, encabeçada pelo Dado Cavalcanti, que é jovem mas tem muita experiência. Já iniciou o trabalho ano passado e tem continuidade neste ano. Um grupo de jogadores que pinçamos no mercado, atletas jovens, que foram observados. Tivemos concorrência de equipes de Série A. Eles aceitaram o desafio e entenderam o projeto de ganhar espaço no time de transição para subir ao time principal. É uma porta de entrada mais aberta para que eles se destaquem. Nossa política é deixar o elenco enxuto e dar espaço no time sub-23 para jogadores jovens e para nossos jogadores das categorias de base. Mesmo os emprestados, que vem com um valor que a gente consegue trazer em definitivo. Se eles se destacam, a gente pode adquirir. Estou satisfeito com o que construímos na equipe B e que vai funcionar em paralelo com a equipe A.”

 

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