Bahia é destaque no Esporte Espetacular em matéria sobre homofobia no futebol

Bahia é o clube mais atuante no combate à homofobia no futebol

Neste domingo (19), o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, exibiu uma matéria sobre homofobia no futebol brasileiro, dias após a polêmica envolvendo o diretor do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, que fez um comentário homofóbico durante a apresentação do meia Cantillo: “24 aqui não”. O jogador colombiano sempre usou a camisa 24 em seu país, no entanto, foi orientado a não usar tal número que é popularmente associado ao homossexual. Não somente no clube paulista, mas diversos clubes do Brasil e jogadores baniram o número 24 do futebol brasileiro, pelo menos em competições organizadas pela CBF. Nas competições Sul-Americanas, eles são obrigados a usar a numeração, pois é necessário inscrever jogadores de 1 a 30.

 

A matéria também destaca que alguns clubes, poucos é verdade, têm feito do combate ao preconceito uma bandeira, e nenhum tem sido tão atuante quanto o Esporte Clube Bahia. Uma das metas da gestão, que assumiu no início de 2018, é transformar o clube no mais democrático e inclusive do Brasil. O primeiro passo foi criar um núcleo de ações afirmativas, que usa o futebol para chamar a atenção da sociedade para diversas causas, como racismo, combate à homofobia e violência, entre outros. Além da campanha “Aqui não há impedimento” contra a homofobia, o clube apoiou a criação de torcida organizada LGBTQI, chamada de LGBTricolor, iniciativa do Grupo Orgulho Tricolor e da União Nacional LGBT, abraçada pelo Esquadrão.

“O Bahia quando toma coragem de trazer discussões como a causa LGBT por exemplo, a gente sabe que é um enfrentamento pioneiro, corajoso, e que a gente logicamente sofre um pouco com isso. Mas é um sofrimento válido. É um sofrimento que nos dá força”, conta o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani.

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