Bahia dobra receita em dois anos e encosta em clubes do Sudeste

Esquadrão tem folha salarial com patamar similar a Vasco e Fluminense

O Esporte Clube Bahia entra na temporada 2020 com as expectativas elevadas, com um poderio financeiro maior, um novo Centro de Treinamento que dispõe de uma estrutura de alto nível, isso tudo sem comprometer as dívidas do clube que vêm sendo quitadas de forma controlada, permitindo o clube a pagar em dia. Em dois anos, o Esquadrão conseguiu dobrar a receita, chegando a uma projeção de R$ 179 milhões, um pouco maior ao que foi obtido no ano passado, porém, com um acréscimo de R$ 76 milhões em relação a 2017, sendo a maior parte referente a sócio-torcedor, venda de jogador e televisão.

 

Em matéria publicada no Blog do Rodrigo Mattos, no portal UOL, é feito com comparativo do Bahia com dois times do Rio de Janeiro. O Vasco, que projeta receitas de R$ 300 milhões, e o Fluminense que sempre arrecada acima de R$ 200 milhões, embora não tenha divulgado orçamento. A diferença é que o Bahia tem mais dinheiro livre para investir no futebol e vem disputando jogadores com alguns clubes do Sudeste.

Para Belintani, o Bahia atualmente não consegue concorrer por jogador com os quatro grandes de São Paulo, os dois de Porto Alegre, o Athletico-PR, o Atlético-MG e o Flamengo. A folha salarial do Bahia, em valores, tem patamar similar a do Vasco e do Fluminense. Para o próximo ano, o time baiano deve gastar R$ 3,5 milhões por mês na carteira, valores próximos aos dos dois times cariocas.

Reforço do Bahia, Rossi mencionou em despedida do Vasco “promessas não cumpridas” logo depois de a diretoria cruzmaltina deixar de cumprir um prazo de pagamento de salários atrasados. Quem também deixou o Rio de Janeiro para jogar no Bahia foi o meia Daniel, que não chegou a um acordo com o Fluminense para prorrogar o vínculo que encerrou em dezembro de 2019 e assinou por 2 anos com o Esquadrão.

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