Sem vencer há 7 jogos em Salvador, Roger pede apoio da torcida do Bahia

"Que nosso torcedor possa nos ajudar como tem nos ajudado", disse

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Após encerrar o jejum de 9 jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro, o Esporte Clube Bahia tentará nesta quinta-feira quebrar a sequência negativa atuando em Salvador. São sete jogos sem triunfar em casa. A última vez que o Esquadrão venceu como mandante foi no dia 25 de setembro, no triunfo por 2 a 0 sobre o Botafogo, na Arena Fonte Nova. De lá para cá, foram três derrotas (Athletico-PR, Ceará e Internacional) e quatro empates (São Paulo, Chapecoense, Palmeiras e Atlético-MG), sendo esses tropeços decisivos para tirar o tricolor baiano da briga por uma vaga na Libertadores. O técnico Roger Machado falou sobre o retrospecto recente na capital baiana e espera pelo apoio do torcedor no jogo contra o Vasco, às 19h15 desta quinta. O treinador também comentou sua a energia da torcida, que transforma o estádio em um caldeirão e passa confiança para os jogadores.

 

“Retrospecto recente, teve uma queda, mas fora melhorou. Em alguns momentos de instabilidade onde há uma pressão exacerbada, jogar fora, em alguns momentos, se torna mais tranquilo. Dentro da nossa casa, o que eu tenho de lembrança do torcedor é que essa energia que passa, já relatei, no último jogo em casa, empate contra o Atlético-MG, quando parte da torcida decidiu nos vaiar, algo que é difícil para o atleta… Seria a mesma coisa que estar em família na arquibancada, no momento em que erro, minha mãe, meu pai, meu irmão me vaiarem. De todo modo, quando o torcedor não gosta, ele se manifesta”, disse.

“Contra o Atlético-MG, ele transformou o estádio em um caldeirão, abafando e fazendo com que parte da torcida viesse junto com eles. Isso repetido várias vezes, faz com que a gente tenha uma confiança. Essa é a grande diferença que vi de outras equipes por quais passei e joguei contra. Essa energia vinda do torcedor, que apoia quando mais precisa, que eu queria ver ampliada. Os atletas nunca então jogando de má vontade. Isso, com toda segurança de quase 30 anos de futebol, é muito raro de acontecer. Não pode dizer que não aconteça, mas é raro. O que acontece é a perda de confiança, que faz com que tu erre gestos simples. Perda de confiança se atribuiu a medo, fala que o time é pipoqueiro. Em outros esportes, você vê o tenista falando que perdeu a confiança no saque, que não estava bem emocionalmente, e ninguém fala que ele é pipoqueiro. Que nosso torcedor possa nos ajudar como tem nos ajudado, enchendo a Fonte Nova e nos empurrando para o ataque”, completou.

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