Volante revela acerto próximo com o Vitória e veto de Marcelo Chamusca

"respeito a opinião e a posição dele", disse

Após manifestar publicamente o desejo de retornar ao Vitória para encerrar sua carreira, o volante Dudu Cearense iniciou as negociações no final da temporada passada, no entanto, o negócio morreu no berço, justamente após o anúncio do técnico Marcelo Chamusca como treinador do Leão. A diretoria aguardou a aprovação do treinador para fechar com o atleta de 35 anos que estava defendendo o Botafogo e não teve o contrato renovado ao final de 2018, mas depois o rubro-negro anunciou a desistência.

Nesta quinta-feira (17), em entrevista à Rádio Metrópole, Dudu Cearense revelou que estava 90% fechado com o Vitória e que acredita que o negócio só não aconteceu por causa de um veto do técnico Marcelo Chamusca, com quem ele trabalhou no Fortaleza. O jogador voltou a declarar o desejo de defender o Leão.

“Estava 90% fechado, mas não tive uma boa passagem com ele (Marcelo Chamusca) no Fortaleza, provavelmente deve ter sido isso, e fui vetado por ele. Mas respeito a opinião e a posição dele. Não chegamos a negociar valores, mas foi muito recíproco. Sempre deixei bem claro que um dia queria voltar para o Vitória um dia, sei lá, encerrar (a carreira) no Vitória, até por gratidão… Mas o que eu senti foi isso e a verdade foi essa e não adianta mentir. Mas respeito completamente a opinião de cada um. Cada um é maior de idade e faz o que quer. Então cada um assume suas responsabilidades”, explicou.



Após despontar no Vitória em 2001, Dudu Cearense foi vendido ao Kashiwa Reysol (Japão), em 2004. Depois rodou por Rennes (França), CSKA Moskva (Rússia), Olympiacos (Grécia), Atlético Mineiro, Goiás, OFI (Grécia), Maccabi Netanya (Israel), Fortaleza e Botafogo. Estava no Fogão desde 2016 e ao todo, entrou em campo 48 em 3 anos, marcando 2 gols. Esse ano entrou em campo 7 vezes.

Pelo Leão, Dudu foi campeão baiano (2002 e 2003), além de ter conquistado a Copa do Nordeste em 2003. Acumula ainda no seu currídulo um título do Campeonato Mineiro pelo Atlético-MG em 2012, além de dos títulos cearenses pelo Fortaleza (2015 e 2016) e um Carioca pelo Botafogo em 2018. Fora do país, também levantou taças, sendo bicampeão do Campoenato Grego e uma vez da Copa da Grécia. Na Rússia, foi bicampeão do Campeonato Russo (2005-2006), da Supercopa da Rússia (2006-2007) e da Copa da Rússia (2005/06 – 2007/08).

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