Presidente do Vitória revela avanço com fornecedor e diz que cogitou marca própria

"marca própria requer investimentos o Vitória não dispõe"

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O Esporte Clube Vitória avançou no último sábado nas negociações com a Kappa e deve anunciar a nova fornecedora de material esportivo para substituir a Topper que encerrou o vínculo assinado em março de 2017 e que iria por mais dois anos, após problemas no contrato, diga-se, bastante criticado pelo presidente Ricardo David. No ano passado, apenas o time principal utilizou os uniformes 2018 da Topper, enquanto as demais modalidades (Base, Sub-23 e Futebol Feminino) se viravam com o padrão de 2017.

No entanto, antes mesmo se iniciar as conversas com a Kappa, o Vitória cogitou a hipótese de investir em uma marca própria, assim como fez o rival Bahia esse ano. No entanto, segundo revelou o presidente Ricardo David, em entrevista ao “Bate-Pronto Podcast” do jornal Correio, requer investimentos que hoje o clube não dispõe. O mandatário juntamente com o diretor de mercado chegaram a sondar algumas fábricas.

“Cogitamos sim. Inclusive, tive oportunidade de ir com o nosso diretor de mercado, Anderson Nunes, algumas fábricas onde nós colhemos uma quantidade de informações suficientes para crer que, neste momento, dada a nossa realidade, uma marca própria requer investimentos a serem feitos pelo próprio clube e o Vitória hoje não dispõe. Então, eu diria que essa nova marca que está sendo trabalhada (Kappa) ela vem pelo modelo tradicional e já está muito avançada”, declarou.



O modelo das novas camisas Kappa já foi aprovado pela direção do clube, com três uniformes que serão lançados neste ano. O lançamento da nova camisa, como é de praxe, deve acontecer no dia 13 de maio, data do aniversário do rubro-negro baiano.

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