Presidente do Bahia comenta caracterização da Fonte Nova e reclamação do Vitória

"Vitória ficou por muito tempo sem querer jogar na Fonte Nova"

Foto: Tácio Moreira/Metropress

Presente na Lavagem do Bonfim, que acontece nesta quinta-feira (17), em Salvador, o presidente do Esporte Clube Bahia, Guilherme Bellintani, concedeu entrevista à Rádio Metrópole e um dos temas abordados foi a caracterização da Arena Fonte Nova que além dos adereços, ganhou uma Loja e também terá um Museu do Bahia no local. Motivo de protesto e até uma ação por parte de torcedores do Vitória que entraram na justiça alegando ter sido uma “apropriação de um bem público por uma entidade privada”.

Bellintani garantiu que não existe prioridade ao Bahia e que, se o Vitória quiser ter um contrato igual, terá a aceitação do governo e do consórcio. O mandatário também destacou que o clube rubro-negro ficou por muito tempo sem querer jogar na Fonte Nova e o Esquadrão absorveu o estádio. Além disso, afirmou que o Tricolor faz com que a Fonte Nova não seja que nem um Maracanã, um Castelão, ou a Arena Pernambuco, que são estádios vazios e sem uso frequente.

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“Todo estádio que tem a cara do povo, deve ter a cara do time do povo. O Bahia absorveu a fonte nova, o Vitória ficou por muito tempo sem querer jogar na Fonte Nova. É natural que o Bahia se aproxime mais, não significa dar prioridade ao Bahia. Se o Vitória quiser ter um contrato igual ao do Bahia, certamente o governo e o consórcio vão conceder isso ao Vitória. Não há prioridade nenhuma ao Bahia”

“Mas a verdade é que o Vitória não jogou na Fonte Nova por muitos anos, o Bahia absorveu esse espaço e na minha gestão a gente aprofundou muito isso. Nos aproximamos mais e fizemos um contrato de parceria mais extenso. O Bahia faz com que a Fonte Nova não seja que nem um Maracanã, um Castelão, em Fortaleza, ou a Arena Pernambuco, que são estádios vazios e sem uso frequente”

“É por causa do Bahia que a Fonte Nova tem a dimensão e o uso que tem. Não defendo jamais que o Bahia seja priorizado em relação a outro clube. Mas eu defendo que, se tem um clube priorizando o estádio, ele também deve ter contrapartidas proporcionais à essa priorização. Foi isso que a gente fez, sempre pensando que aquele estádio é um bem público, mas que o Bahia, como entidade privada que paga para jogar ali, ele também tem direito a ter contrapartidas”

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