Diretor do Bahia fala sobre possível saída de Edigar e revela desejo do jogador

Edigar Junio tem proposta do futebol japonês

Foto: Felipe Oliveira / EC Bahia

Na tarde desta sexta-feira (04), na sala de imprensa do Fazendão, o diretor de futebol do Bahia, Diego Cerri, apresentou o meia Guilherme, que chega por empréstimo do Corinthians até o final do ano. O dirigente aproveitou a oportunidade para falar sobre outros assuntos de enorme interesse do torcedor, como a possível saída do atacante Edigar Junio que recebeu uma proposta de um clube japonês e manifestou à direção o desejo de se transferir, segundo revelou Cerri. O jogador, inclusive, não se reapresentou com o elenco na quinta-feira.

“O Edigar Junio ainda não foi para o futebol japonês. Mas aqui eu quero também ser muito claro e transparente com vocês. O Edigar Junio, primeiro, é um dos atletas mais antigos do elenco, foi peça fundamental nos três anos que esteve aqui, muito correto muito comprometido com o clube… É um atleta que está indo para 28 anos e com ambições pessoais. Fez um apelo, a nós do clube, de que é um momento muito importante da carreira e da vida pessoal dele, que ele queria ter essa oportunidade, pensando na família dele, enfim… Por isso nós estamos considerando uma eventual ida dele, que tem uma proposta realmente do Japão, e nós estamos considerando isso. É um jogador que nós gostamos muito, tanto na questão do desempenho dele como também do Edigar como pessoa, e talvez até por isso estejamos considerando uma situação que é difícil para nós, mas estamos levando em consideração a cabeça dele também e tudo que ele fez para o clube nesses três anos”, disse Cerri.

Caso se concretize a saída de Edigar Junio, o Bahia não deve ir ao mercado em busca de outro nome no momento. Para Diego Cerri, os reforços anunciados, assim como os atletas remanescentes do elenco, podem ocupar o lugar do atacante de 28 anos que está no Fazendão desde 2016 e participou das conquistas da Copa do Nordeste de 2017 e do Baianão de 2018.

Veja abaixo:



“O Edigar não é exatamente um centroavante, nem chegou ao Bahia como centroavante, mas atuou tanto de lado como depois como centroavante, caso semelhante ao do Guilherme. O que a gente tem hoje no elenco, caso venha se concretizar a saída do Edigar, a gente tem Gilberto e o Brumado que são centroavantes, e tem o Geovane Itinga também. E aí a gente tem o próprio Guilherme, que é um atacante, mas que variou em outras posições que é um “9” mais técnico, tem o próprio Rogério que já atuou por ali também, que joga pela ponta, joga por dentro… Então, caso a gente venha contratar mais um, a gente vai avaliar direitinho, talvez até esperar um pouco, ver como é que a coisa se desenvolve no campo, porque a teoria é muito bonita, mas tem que ver no campo”, finalizou Cerri.

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