31ª rodada: Atualização das chances de rebaixamento da dupla BA-VI

Esquadrão aumentou de 0.9% para 1.8% chances de queda

A 31ª rodada foi finalizada nesta segunda-feira com o triunfo por 2 x 1 do Ceará sobre o Atlético-MG no Castelão e o site Chance de Gol, especializado em probabilidades e estatística, já atualizou novamente as chances de título, Libertadores, Sul-Americana e o que mais interessa a dupla BA-VI: Rebaixamento. Lembrando que o Instituto leva em consideração o local da partida (dentro ou fora de casa), o retrospecto recente e os adversários que restam a cada clube enfrentar para realizar as previsões.

Após perder para São Paulo, por 1 x 0, na última sexta-feira, em pleno Barradão, o Esporte Clube Vitória faltando 7 rodadas para o fim do Campeonato tem 63.2% de chances de queda – na rodada passada tinha 43,6%. O Leão é o vice-lanterna com 33 pontos, mesma pontuação do Sport-PE, porém, o time pernambucano aparece com 63.5% de probabilidade de rebaixamento, enquanto a Chapecoense, primeiro dentro do Z-4, tem 50.9% e o moralmente rebaixado Paraná quase 100%. Esses quatro fechando a zona do desespero.

Já o Esporte Clube Bahia, que foi derrotado neste sábado para o Corinthians, por 2 x 1, na Arena Itaquera, na rodada passada tinha 0,9% e agora tem 1.8% de chance de cair para a Série B, de acordo com os matemáticos, e também 70.3% de conquistar uma vaga na Copa Sul-Americana de 2019. O Esquadrão é o atual 12º colocado, com 37 pontos, porém, ainda nesta rodada pode perder a posição em caso de um triunfo improvável de 3 x 0 do Ceará sobre o Atlético-MG.

Já na parte de cima da tabela, o Palmeiras com o empate contra o Flamengo por 1 x 1 no Maracanã, aumentou as chances de título, passando a ter 87.8%, enquanto o Flamengo aparece com 6.7%. Ambos estão separados por 4 pontos na tabela de classificação. O Internacional, terceiro colocado, tem 5.0%, enquanto o São Paulo que vem logo atrás surge com 0.4% e chances quase nulas.

CHANCES DE REBAIXAMENTO

10- Fluminense 0.4%
11- Corinthians 1.1%
12- Bahia 1.7%
13- Vasco 34.0%
14- Botafogo 35.5%
15- Ceará* 7.4%
16- América-MG 44.1%
17- Chapecoense 49.4%
18- Sport-PE 63.4%
19- Vitória 63.1%
20- Paraná quase 100%

Entenda como são feitos os Cálculos pelo “Chance de Gol”



As probabilidades de título, classificação, rebaixamento etc. publicadas neste site são obtidas com base nas probabilidades de vitória, empate e derrota calculadas para cada um dos jogos ainda não realizados no campeonato em questão. A partir de milhares de simulações de todos esses jogos, são contabilizadas todas as possibilidades de cada uma das equipes se classificar à fase seguinte, ir para a repescagem etc.

As probabilidades de cada resultado de cada jogo dependem basicamente da força de cada oponente. Tais forças, após quantificadas e ordenadas, são divulgadas mensalmente nos Rankings Chance de Gol de Seleções, Brasileiro de Clubes e Mundial de Clubes.

As forças calculadas e divulgadas nos Rankings Chance de Gol visam medir e ordenar o status atual dos clubes brasileiros e dos clubes e seleções de todos os continentes. Trata-se, portanto, de um conceito diferente dos rankings frequentemente publicados por revistas e jornais, que pretendem apurar “as melhores equipes da história”, independentemente de seu nível técnico atual. Os Rankings Chance de Gol são, na verdade, ratings, se assemelhando em conceito aos rankings da FIFA, da IFFHS e da ATP, por exemplo, no sentido em que tem por objetivo apurar “as melhores equipes da atualidade”, independentemente de seu currículo histórico.

Os resultados dos jogos considerados são processados levando em conta, entre outros fatores, o local de jogo (se em casa, fora de casa ou em campo neutro), a idade dos jogos (jogos mais recentes têm peso maior) e a força dos adversários. Os cálculos levam em conta os jogos realizados estritamente dentro do período especificado e não levam em consideração títulos ou classificações conquistadas ou quaisquer outras informações de cunho histórico, pois os resultados e títulos obtidos há 10, 20 ou 40 anos nada têm a ver com o estágio técnico atual dos times. Também não são considerados fatores não-matematizáveis como tabus, invencibilidades, desfalques, contratações, interferências de arbitragem, conjunturas políticas etc.

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