Guto explica time reserva do Bahia na Sul-Americana “Ninguém é máquina”

Em entrevista à Rádio Metrópole após a derrota do Bahia por 1 a 0 na Bolívia para o Blooming, pela Copa Sul-Americana, o técnico Guto Ferreira explicou o porque de utilizar o time completamente reserva em partida mata-mata e decisiva. Para o treinador, “ninguém é máquina” e há necessidade de preservar atletas para a disputa do restante da temporada. E ressaltou que é impossível manter o 100% de aproveitamento da parte física dos jogadores.

“Às vezes a gente tem que colocar situações para que as pessoas entendam. Temos quatro competições na sequência. Até o primeiro jogo, isso levando em cont que devemos estar na semifinal da Copa do Nordeste, se Deus quiser, vamos fazer 18 jogos. Só temos uma semana cheia após a partida contra o Inter, na estreia do Brasileirão. É sempre quarta e domingo. Se eu não preparar e não encontrar o momento para os jogadores poderem ter essa situação, é humanamente impossível. Eu também quero ganhar tudo, mas ninguém é máquina. A máquina, se passar do ponto, ela quebra. Temos qua administrar da melhor maneira possível”, afirmou o comandante tricolor.




Questionado sobre a importância de se buscar reforços para a temporada, Guto Ferreira afirmou que o Bahia segue monitorando o mercado, mas que há a dificuldade de se encontrar atletas que se adaptem à filosofia do Esquadrão de Aço.

“Temos trabalhando para conseguir, mas mais do que conseguir é achar. Alguns jogadores que o clube trabalha forte para trazer. Mas jogadores que vão fazer a diferença do Bahia vão além da capacidade do Bahia de contratar. Achar um Gregore e um Zé Rafael não é assim. Temos que trabalhar também para não perdermos. Enquanto se destacam, passam a ser a bola da vez e quem tem bala na agulha passa a fazer pressão”, disse.

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