E.C Bahia: Quem é GRANDE, tem que pensar ENORME

O futebol não é uma ciência exata. E, ficarei muito mais feliz, caso tenha que dá a mão à palmatória. Quando o Bahia foi Bicampeão Brasileiro, no jogo com o Fluminense do Rio, na semifinal, andei de Dias D’Ávila até São Cristóvão, para assistir o jogo, que vencemos por 2×1, com um dos maiores públicos da história do futebol mundial. Era greve intermunicipal de transporte. Sei que tem torcedores capazes de fazer tal loucura, do cara que toma dinheiro emprestado na mão do agiota, e deixa sua família passando fome. Como também sabemos que tem jogadores que beijam o escudo, mas não tem nenhum respeito por essa Grande Nação Tricolor.

Sobre a efetivação de Preto Casagrande, vi este mesmo filme com Charles Fabian em 2015, onde destruímos nosso ídolo e os jogadores abandonaram o barco. Não podemos aceitar esta realidade de um time que foi o Primeiro Campeão Brasileiro, vencendo o maior clube do mundo na época, com o Rei do Futebol e maior atleta do século. Maior clube e torcida do Norte e Nordeste. 5ª maior torcida em São Paulo. Também detentora do Troféu Torcida de Ouro. Uma das torcidas mais queridas na Europa. Isso sem falar em outros títulos e feitos.

Mas vamos aos fatos:

Quem já viveu e viu o Bahia ser respeitado na Fonte Nova, quem viveu e viu viradas surreais, quem já foi Campeão ao apagar das luzes, não pode ficar torcendo para brigar por permanência na parte de baixo da tabela. E quanto ao técnico do Botafogo, que tentam comparar ao novo treinador Preto Casagrande: Jair Ventura é profissional de futebol, com formação acadêmica na preparação física. Foi por duas vezes campeão na categoria de base do clube.

Com dois Cariocas na bagagem (2010 e 2013) e convivência com ídolos como Loco Abreu e Seedorf. Ajudou a lapidar o jovem time alvinegro. Muitos do atual elenco, como Gegê e Sassá trabalharam com ele nas categorias de base. Conviveu com os mais variados treinadores e jogador esteve envolvido em sete decisões de Campeonato Carioca, em um ciclo que foi interrompido no fim de 2013 – demitido pela antiga gestão – e reiniciado no inicio de 2015, quando recontratado pelo clube.

Jair Ventura já esteve à frente do Botafogo em outras oportunidades. Percebo que não tem como comparar os dois treinadores (Jair e Preto). Mas no nosso caso. Perdemos para Botafogo, Flamengo, Corinthians e Palmeiras, jogando futebol, e na maioria, com influencia de arbitragem. Mas também, assistir entrevistas de atletas que jogavam pelo técnico, mas perdeu de quatro, para um time cansado, que ganhou bem do Vasco, mas que ganhou com as calças nas mãos para o São Paulo.

E que perdeu para o time cassado do Botafogo, com os mesmos erros de aproximação, de preenchimento de espaço vazio, de reposição de bola, de deficiência defensiva em jogadas aéreas, de falta de alternativa de jogo, de um bom planejamento tático e técnico, de uma boa preleção para que os jogadores demonstrassem a Garra de fazer Jus a tradição do BAHIA. Se o time paga em dia, perder faz parte. Mas o que vejo é o comodismo. Por tanto, quem é GRANDE, pensa ENORME! Ah! Sou leigo em futebol… Mas não sou cego.

George Sousa Santos, torcedor do Bahia e amigo do Blog.

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