FRANCIEL CRUZ: Belo e torto como o cerrado

Passei seis horas do meu dia dentro de um carro pra ver nosso time na zona de rebaixamento enfrentar o lanterna em Goiânia. Ganhei o jogo (e o dia) ao registrar in loco o improvável corta-luz de craque do jovem Rafaelson sob o incomparável por do sol do cerrado. A vida é uma onda.

A instituição Vitória não está merecendo uma torcida como a Vitória Candango. Mesmo assim, descemos o Planalto Central às dezenas e fomos cumprir nosso dever cívico de cantar melhor e mais alto do que o time local – feito aliás que se repete desde o nosso surgimento, tanto no futebol quanto no basquete.

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