Primeiro passo rumo ao TRI. Juazeirense 2×3 TRIcolor

Juazeirense e Bahia é aquele jogo que a gente pode esperar de tudo. O Adauto Moraes é um campo muito ruim e a bola quica demais e… “peraínda”! Esse jogo foi em PituAço, Erick Cerqueira. Então não tem a desculpa do campo ruim. 

O jogo foi duro porque o Bahia vacilou duas vezes. Tomou dois lançamentos de longa distância pela Avenida João Paulo e em uma Lomba fez pênalti e na outra tomou um tiro a queima-roupa. Fora isso o time de Juazeiro não fez nem sombra ao Tricolor. 

O Bahia começou lento e os caras vieram no ritmo do Furdunço. Com cinco minutos eles abriram o placar e meu cunhado, Anderson, vibrava igual uma nigrinha no grupo do bába no whatsapp. Depois disso, o jogo voltou a normalidade. Ataque contra defesa e Tigre ia levando a melhor. Destaque pra movimentação de Hernane na área, a velocidade e cruzamentos de Hayner, as viradas de bola de Juninho, a boa atuação de Danilo no meio e os toques de classe do Luizinho. Achei o Edgar Junio apagado e o Paulo Roberto segue sem dizer pra que veio.

Numa jogada de linha de fundo o maluco do zagueiro dos caras entra com o cotovelo na cara de Danilo e o joelho nas costas. Pênalti, 2º Amarelo e Vermelho. Foi nem falta, foi tentativa de homicídio, mas o comentarista da Tv Bahia achou que não foi lance pra amarelo. Na moral, se eu tivesse na cabine dava uma cotovelada daquela nele pra ver o que ele ia dizer. Fdp. Gol do Brocador, o primeiro do Baianão 2016. Hernane comemorou com a Metralhadora, música (idiota) do carnaval desse ano. 

Segundo tempo e aí a obrigação era virar o placar. Com um a mais em campo o Bahia voltou com gosto de gás. Paulo Roberto saiu e entrou Rômulo, para delírio do Tricolor Diogo Silva. O time continuava pressionando e o gol virou questão de tempo. Três minutos pra ser mais exato. Juninho cobra escanteio na cabeça de Edgar Junio, que acerta a trave, mas no rebote vira a partida. Bahiaço 2×1.

O Bahia faz grande jogada com Edgar Junio que cruza pro meio da área. Hernane abre as pernas, à la Ronaldo em 2002 e Luizinho recebe livre e chuta, à la a mãe dele, pra fora. Seria um golaço, mas não rolou. Quando a goleada começava a se desenhar, o goleiro Tigre faz um lançamento da sua área, pela Avenida João Paulo. O miserável do Ebinho (ô Bahia pra gostar de tomar gol de gente com nome estranho) ganha na velocidade e estufa as redes de Lomba. Iguais em 2.

Luizinho tenta, mas joga por cima. Hayner tenta, o zagueiro quase faz contra. Rômulo tenta 5 vezes, 2 pra fora e 3 atrasadas pro goleiro adversário. Até que Rômulo (que nesse momento eu já xingava de lerdo em todos os grupos) dá um passe genial pro Ponta Direita Luizinho. Ele tira do goleiro tocando pra trás e o Brocador justifica o apelido. Hernane Miserê fecha o placar em Bahia 3×2.

Bora Baêa Minha Porra! Foi dado o primeiro passo rumo ao Tri Campeonato Baiano. Feito que há muito tempo não conseguimos, é verdade. Mas nada impossível para o primeiro time a ser tetra e único time a ser penta, hexa e hepta campeão do Estado. Marcelo III, meu peixe, Cadê a porra dos laterais? E a zaga? Essa será a definitiva pro Baiano? 

Foi uma boa estreia. Vamos seguindo. Agora é esperar mais 11 dias pra disputar a segunda partida. Porra, Ednaldo Rodrigues. Que tabela miserável é essa? Começa hoje, espera 11 dias, pra ter o segundo jogo? Por que não começou logo depois do Carnaval? Ah, já sei. Porque a Globo não deixa, né? Tá explicado…

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