O Bahia tem uma torcida, não tem estádio!

Jamais o Estado estaria vinculado a uma cláusula de um contrato dissociada de toda a razão de ser do contrato entre as partes: a isonomia. Jamais o Estado poderia permitir, usando a chantagem da Arena, de forçar o Bahia a aceitar um novo contrato sob coacão de não ceder um bem que é do povo da Bahia, logo da torcida do Bahia, Vitoria e etc! 

Para um bom intérprete esse cláusula de interpretação restritriva incide na hipótese do Bahia alegar durante a vigência do contrato com a Arena uma razão injustificada para não jogar na Arena alegando, por exemplo, a insatisfação da torcida pela não abertura de bares em toda a Fonte Nova. 

Uma clásula isolada do contexto não poderia forçar o Bahia a um novo contrato com a Arena sem levar em consideração que o Bania é livre para escolher entre as opções mais vantajosas para si.

O Estado não pode agir para proteger a Arena em desprestígio do Bahia. 

As situações hipóteticas sobre essa clausula de impedir o Estado de ceder Pituaçu ao Bahia não é deixar um clube baiano sob o completo domínio da Arena para forçar um acerto sem levar em consideração a vontade do Bahia de continuar jogando dentro da Arena! 

Será que o Estado negaria Pituaçu em razão de um entrave em uma futura negociação entre Bahia e a Arena para forçar o Bahia a aceitar qualquer bagatela de um consórcio que não respeita a força do nosso clube? Essa cláusula do contrato, uma vez o contrato do Bahia com a Arena acabar no próximo dia 7, extingui a incidência da obrigação do Estado não ceder Pituaçu.

Sim, o Bahia tem estádio, pois o Bahia é o povo da Bahia!

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